2012

Por Mateus Modesto | Publicado em Novidade | 01/01/2012

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Mais um ano começa. Mais expectativas para nossas vidas. Que faremos de diferente? Que planos projetar? Este ano pode ser melhor que o ano passado. Basta estarmos com Jesus.

O blog sofrerá mudanças. A principal delas é uma maior atualização. Em nome de Jesus.

Casar é bom

Por Mateus Modesto | Publicado em Crônicas, Espiritual | 14/12/2011

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Casar é bom. Um bom casamento se faz da união de duas pessoas – um homem e uma mulher – que se amam. Casamento é baseado em amor. E amor verdadeiro. Amor que tudo suporta. Amor eterno.

Casamento não é só sexo. Sexo faz parte dele. O corpo do marido pertence à esposa. E o da esposa, ao marido. Sexo é dever e direito. Não deve existir “indisposição” todos os dias. A abstenção deve ser de comum acordo - e por período determinado. Casamento é muito mais que sexo.

Casamento deve ser entendido como a junção da sua metade – aquela pessoa que você tanto ama. É partilhar da vida com ela. Acordar todos os dias ao seu lado - amá-la vendo-a descabelada, amassada, inchada; Assistir a filmes e dormir tarde aos sábados; Tomar café na cama aos domingos às 10h – e almoçar às 14h; Reclamar da tampa suja do vaso sanitário ou das roupas espalhadas pelo quarto ou do prato sujo na mesa ou do copo debaixo da cama; Fazer piada com os amigos dos vacilos dela; Confessar um medo ridículo e pedir - com os olhos – para não contar a ninguém. Casar é bom.

Casamento deve ser vivido como algo indivisível. É um. Óbvio que acontece de haver separação. Mas apenas por morte. Nada de divórcio. Divórcio é a confirmação de um erro. Amor não acaba – Deus restaura. Casamento é o fim do “Até amanhã”, “Me ligue quando chegar”, “Passo aí”, “Vem para cá”. É a certeza de que ela não irá para casa – já está em casa.

Casamento é alegria. Alegria de rir das piadas sem graça ou do jeito amável dela. É rir de nada. E de tudo. Alegrar-se pelo descanso e conforto. Pela falta de pão na mesa. E pela fartura de alimentos. Pelo “sim” e pelo “não”.

Casar é de Deus. É algo feito e determinado por Ele. “Multiplicai-vos”. Só com sexo. Só no casamento. Casar é bom.

Jesus me achou

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 28/10/2011

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De tempos em tempos nós nos esfriamos no evangelho. Até parece que deixamos de ser quem decidimos ser. Deixamos Deus de lado e tentamos resolver ou viver como achamos melhor. Horrível isso.

De tempos em tempo nós queimamos no evangelho. Oramos com o coração, amamos a Deus de uma forma inexplicável e nos alegramos com toda e qualquer vitória, nem importa se é nossa. Maravilhoso isso.

De tempos em tempos nós reconhecemos o que Deus fez por nós e O glorificamos. Passamos segundos, minutos, dias lembrando de como éramos e do que tínhamos, e como o Senhor mudou tudo. Que bom que fazemos isso.

O crime

Por Mateus Modesto | Publicado em Crônicas, Espiritual | 22/10/2011

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A torneira pingava sem parar. O rolo de papel beijava o chão molhado. A toalha estava embolada, largada em cima do vaso sanitário. Sentado no chão do banheiro, perguntava-se por que havia feito aquilo.

Da porta, entreaberta, podia-se ver o quarto. A cama, na verdade. E lá estava ela. Nua. O lençol parcialmente a cobrir o corpo. O travesseiro e o cobertor no chão. Algumas velas, apagadas, decoravam o cômodo. Assim como alguns adesivos espalhados pelas paredes mal pintadas. A luz da lua iluminava o ambiente.

Estava nu. Seu olhar parecia perdido. Os ombros caídos, desamparados. As mãos sujas – mas de uma sujeira difícil de se limpar. As pernas estiradas, desconsoladas. A mente ocupada com todo tipo de pensamento - prevalecia o arrependimento.

A noite anterior começara muito bem. Após sair com amigos do trabalho, encontrara Madalena. Morena. Alta. Misteriosa. Bonita. Seu sorriso e seu charme a tornara a única pessoa interessante daquele local. Seu perfume… sentia-se de longe. Como se tocasse o coração. Ajeitara as mãos antes de se levantar.

A conversa ficara agradável. Os amigos se foram que ele nem percebera. Depois de alguns copos de bebida, inevitável terminar em outro local senão em um quarto de motel próximo ao bar.

Escolhera o primeiro quarto vago. Dera entrada às 23h. Agora, às 2h, buscava sair. Mas, aonde ir?

Respirou fundo. Resolveu tomar um banho. Quanto mais se esfregava, mais se sentia contaminado. Arranhava-se ao tentar tirar a imundícia. Inútil. A respiração denunciava sua angústia. Sentou-se no chão. O chuveiro permanecia ligado. “Como sairei disso?”. Seus olhos se moviam de um lado a outro. Não obteve resposta.

Desligou o chuveiro. A torneira ainda pingava. Saiu sem se enxugar. Vestiu-se. Olhou para ela. “Quem é você?”.

- Sua condenação.

Assustou-se.  Não havia mais ninguém naquele minúsculo quarto. Muito menos no banheiro, onde estivera por cerca de uma hora. Da janela não via ninguém. Pela fechadura da porta também. Seu coração acelerou. A garganta secou. Suas mãos passaram a suar.

Fechou a janela. Passou a cortina. Sentou-se no chão. Levantou-se. Abaixou-se. Com as mãos nas costas dela, aproximou o ouvido. Nenhum som saía de sua boca. Sentou-se novamente. De tão desesperado, cochilou.

Acordou. Eram 4h15. Levantou-se, passou uma água no rosto e parou diante da porta. Respirou fundo por três vezes. Abriu-a e saiu, tendo cuidado ao fechá-la.

Deu saída na recepção. Notaram que estava só – geralmente acontecia isso. Nada questionaram. Pegou um táxi.

Ao passar por uma delegacia, pediu para que o taxista parasse. Pagou, sem atentar para o valor cobrado. Saiu. Subiu as escadas, vagarosamente. Parou diante da porta. Entrou e falou com um policial.

- Posso ajudá-lo?

- Quero me entregar.

- Que crime cometeu, filho?

Ficou em silêncio, a olhar para o nada.

- Que crime cometeu, filho?

Olhou para o policial. Perdeu o controle da respiração. Sentou-se e começou a chorar. Tirou a aliança do bolso. Mostrou-a para o policial.

- Eu… eu traí minha esposa.

No fim do dia

Por Mateus Modesto | Publicado em Crônicas | 04/08/2011

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Era uma noite especial. Não digo apenas pelo luar, estrelas e o frio agradável. Não pelo novo corte de cabelo ou pelo perfume importado recém-comprado. Mas pela companhia: enfim ela havia aceitado seu convite.

A reserva no mais belo restaurante da cidade fora feita com antecedência de um mês. (Mesmo sem ela ter dado o aceite). O pedido pelas chaves do carro ao pai, dois meses. A roupa que usaria no dia, comprada há cinco meses. O desejo de sair com ela, nem ele mesmo sabe precisar. Mas o dia havia chegado.

No horário marcado, com atraso pontual e estratégico de 15 minutos, lá estava ele. Saíram às 20h50 – trinta e cinco minutos dela. Com o discurso afiado, o que ele poderia ganhar era o sorriso azulado - pelo aparelho -, os tapinhas no ar e as mexidas constantes no cabelo. Ponto para ele.

O caminho até o restaurante não foi dos melhores. O calor causado pelos vidros fechados, fruto do medo de bagunçar os cabelos com o vento, e o efeito da batatinha do almoço provocaram certa desconfiança nela. Ponto negativo. A parte boa foi o trecho a pé: lindas e enormes árvores, uma pequena cascata à esquerda e o jardim bem cuidado da praça. E, claro, o momento em que ele arrancou e entregou uma rosa vermelha.

No restaurante foi perfeito. A entrada, o prato principal e a sobremesa não deixaram dúvidas da qualidade do local. A conversa também foi agradável. Nada de soberba ou beijos roubados. Atenção e humildade predominaram! O sentido mais aguçado foi a audição – depois do paladar, confesso. Risos comedidos, boa mastigação e falar pontual e no nível adequado. Nem parecia ser ele.

Mas, para infelicidade dele, e falo isso com autoridade, a conta lhe foi entregue. Como em um filme de suspense, em seu ápice, o valor foi revelado. Impossível não ter notado o olhar assombrado. E a respiração longa. Ela nada comentou. Nem insinuou querer dividir a conta. Ele retirou a carteira, o cartão, pagou, agradeceu o atendimento com um sorriso e se levantou.

O caminho até o carro foi silencioso – creio que fazia as contas em sua cabeça. O caminho até a casa dela foi constrangedor: rápidas e desinteressantes conversas. O caminho até sua casa foi reflexivo: “Será que me deixariam lavar os pratos? Ou pagar com vale?”. No fim do dia, havia um enorme vazio em seu bolso.

Três meses…

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 04/08/2011

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Há 3 meses não tenho postado aqui. Isso me faz lembrar o ensinamento de Jesus Cristo sobre o “começar e não terminar as coisas”.

Misericórdia!

Servir ao Senhor

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 17/04/2011

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Há duas canções que gostaria de mencionar, em relação a servir ao Senhor.

A primeira é do Ministério Santa Geração, Quem sou eu?. A outra, do CTMDT, do Ministério Diante do Trono, A Ti, Senhor e Rei.

“Eu pergunto, Senhor: o que posso fazer, pra te servir melhor?”.

“Nos deste o Teu melhor, Jesus, Cordeiro de Deus. Queremos corresponder a esse amor. Recebe nossa entrega, Senhor”.

Jesus disse que Ele veio para servir, e não ser servido. Como podemos servir ao Senhor? De várias formas. Mas o mais importante não é o simples servir. É, sim, a qualidade desse ato.

Temos de servir a Deus com o nosso talento. Se dançar, dançando; cantar, cantando; consolidar, consolidando. Com amor, zelo, responsabilidade e entrega. A segunda canção diz: “Nos deste o Teu melhor”.

O Senhor nos deu o melhor: Jesus. Jesus deu o seu máximo: a própria vida. Precisamos perceber que o nosso melhor talvez não seja o verdadeiro melhor. Não precisamos nos enganar, porque o que fazemos, fazemos para o Senhor. Ele merece muito mais.

Percebam que a nossa entrega não é para a igreja. Podemos servir na igreja, no trabalho, em casa, na rua, isoladamente ou em grupo, em secreto… Precisamos compreender que a nossa atitude deve ser aprovada por Deus. De nada vale o elogio do homem! Temos de ser honrados pelo Senhor! E já há honra: quando servimos a Ele.

Desejemos servir ao Senhor. Todos os dias. Todo o tempo.

Passe Livre e o Vale Night

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 13/03/2011

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Passe Livre é o mais recente filme dos irmãos Farrelly – diretores dos filmes Quem vai ficar com Mary? e Debi e Lóide. Conta a história de dois amigos casados que têm uma semana de folga do casamento. E a comédia está nas tentativas frustradas de aproveitar a “libertação”.

Apesar do humor, o tema é muito sério. Recentemente, um grupo de axé baiano lançou a música Vale Night. A ideia é a mesma, porém, apenas uma noite sem a namorada/noiva/esposa. Livre para fazer como, o que e com quem quiser.

Nem é preciso lembrar que adultério é algo corriqueiro no mundo. Em algumas culturas, a morte é sua condenação. Mas, e a bíblia? O que ela diz a respeito do adultério?

No Antigo Testamento, a pessoa que adulterava morria. Basta lermos o episódio da adúltera em João 8:3-5:

“E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério. E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?”

Se fosse na Lei, a mulher morreria. Mas com Cristo, temos o perdão. Basta nos arrependermos verdadeiramente.

Jesus diz que nos tornamos um com a nossa esposa. E com ela estaremos até o fim. O adultério é pecado, como está escrito em Provérbios 6:32, Mateus 5:28 e 19:9. O casamento não é uma prisão. É a certeza de que a pessoa que você ama estará sempre ao seu lado. Se seguirmos o que está escrito, entenderemos que o matrimônio é uma bênção de Deus. Se seguíssemos tudo o que a bíblia nos orienta, a nossa vida seria bem melhor.

Casamento é uma aliança. Busquemos esse entedimento.

Congresso Internacional acontecerá em Salvador

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 13/02/2011

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O Congresso Internacional de Avivamento Celular acontecerá em Salvador nos dias 23 a 26 de março, na Primeira Igreja Batista do brasil. O tema é “Pense Grande”.

O evento será ministrado por Milton Ebenézer, Laudjair Guerra, Joel Pereira e outros. O louvor contará com Ludmila Ferber e Kleber Lucas.

As inscrições custam R$ 90.

Acesse o site aqui.

PIBB – Avenida ACM, 3591, Iguatemi – 3333-5400

A boa parte. A parte boa

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 29/01/2011

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Em Lucas 10:38-42 está escrito:

“E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa; E tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Marta, porém andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude. E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.”

Em nossa vida, escolhemos muitas coisas. Algumas vezes, preferimos Jesus. Em outros momentos, por estarmos afadigados com o trabalho e faculdade, por exemplo, preferimos resolvê-los sozinhos.

É errado se dedicar aos estudos e trabalho? De modo algum. Podemos crescer profissionalmente, mas não devemos nos distrair com isso. E o que é distração? É vivermos longe de Deus. Em todas as coisas o Senhor nos ajuda. Basta estarmos dispostos a receber, a perceber que precisamos desse auxílio.

A boa parte da vida em Cristo é estar perto Dele. A parte boa é Cristo. Quanto mais perto estamos, mais desejosos Dele nos tornamos. Se entendemos que é Ele que queremos, passamos a buscá-Lo diariamente. É como uma sede que não é saciada. Jesus nos diz em João 4:14:

“Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.”

Cristo é o único que não nos abandona. É o único que nos dá a palavra certa. É o único que acredita em nossos sonhos, mais até do que nós mesmos. É o único que nos dá entendimento perfeito. É o único que nos salva. Escolham a boa parte. Escolham viver com Cristo. Para sempre.

Vodu no Haiti

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 22/01/2011

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IG – O IG foi até o Haiti fazer uma reportagem sobre a prática do vodu no país. Conversou com a esposa do chefe de um terreiro, Marie Rosemarite.

Ela afirmou que existe sacríficio humano, mas em seu terreiro, apenas sacrifício animal. Falou dos zumbis, feitiçaria e bruxos.

Leia a reportagem aqui.

Toda religião, crença ou prática que busca caminhos diferentes do da Bíblia não são aceitos por Deus. Sacrificar animais ou seres humanos com qualquer propósito é abominável a Deus.

No Antigo Testamento havia os sacrifícios como remissão de pecados. O sacerdote matava e queimava um animal como oferta a Deus. Hoje não é mais preciso: Jesus foi o último sacrifício - por isso Ele é chamado Cordeiro de Deus.

Evocar espíritos é evocar demônios. Nós conversamos com o Espírito Santo, mas nenhum outro é aconselhável.

Toda prática que crê em entidades, demônios, feitiçaria e encantamento não é de Deus. A verdade é que o mundo espiritual é real e que Jesus Cristo é o caminho. Não há outro a buscar.

Leia a Bíblia.

AXE Excite

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 20/01/2011

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O novo Axe traz o seguinte slogan: “Até os anjos cairão”.

Biblicamente falando, os anjos caídos são hoje os demônios. A Palavra diz que 1/3 deles seguiram Satanás em sua queda (Ap 12:4).

Nenhum anjo haverá de cair por causa de uma fragrância. Nenhum anjo deixará de glorificar a Deus para viver por um homem. E não pensem que o comercial é algo sem importância: se assim fosse, não existiria tanto investimento para criá-lo.

Jacobinense é vice-campeã da São Silvestre 2010

Por Mateus Modesto | Publicado em Esporte | 01/01/2011

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A TARDE – Simone Alves da Silva, baiana de Jacobina, chegou em segundo lugar na Corrida de São Silvestre, realizada todos os anos em São Paulo, no dia 31 de dezembro.

A campeã foi a queniana Alice Timbilili.

Leia a matéria aqui.

Último post do ano

Por Mateus Modesto | Publicado em Novidade | 31/12/2010

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Há muito não tenho escrito aqui. Porém, em 2011 será diferente.

A bíblia diz que, quando fizermos um voto, precisamos cumprir. Melhor é não fazer. Mas vou me esmerilhar para escrever mais que em 2010.

I’ll see you next year! (Is it correct?)

Vitória perde para o Cruzeiro

Por Mateus Modesto | Publicado em Esporte | 07/11/2010

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Jogando no Barradão, o Vitória foi derrotado por 1 a 0 pelo Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro – Série A.

Thiago Ribeiro fez o único gol da partida, ainda no primeiro tempo.

O Leão está a 2 pontos da Zona do Rebaixamento.