Língua Portuguesa Brasileira

Por Mateus Modesto | Publicado em Esporte | 09/09/2008

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Portal Terra – “A reunião do técnico Muricy Ramalho com os jogadores do São Paulo, na última sexta-feira, parece ter causado efeitos positivos no elenco. O time vem tropeçando no Campeonato Brasileiro e empatou os últimos três jogos, perdendo seis pontos que podem fazer a diferença no fim da comptição.”

Das duas uma: ou o jornalista usou de ironia nessa matéria, ou foi confusão na escrita mesmo.

Desamor – Parte V

Por Mateus Modesto | Publicado em Capítulos | 08/09/2008

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Bruno relutou um pouco, mas acabou aceitando o convite do amigo e sentou-se. Os dois ficaram em silêncio. Julio não sabia o que falar. Ficou pensando em algo não idiota.

 

- Você gostava mesmo dela…

- Gostava!? – deu de ombros.

- Ela era bonita… muito bonita…

- Quer parar?

 

Julio não sabia realmente o que dizer. Queria que o amigo se abrisse, confessasse para sentir-se melhor. Iniciou um monólogo, falando do relacionamento dele com Ana. Pensou que poderia ajudar. Bruno acabou levantando-se.

 

- Ei! Espere…

- Não quero saber do seu relacionamento… não neste momento.

- Então me diga o que devo fazer para te ajudar.

- Maria foi uma garota muito especial em minha vida. Passamos bons momentos juntos, mas não deu. Chegou o dia em que tudo acabou. Tudo acaba! Relacionamentos têm um tempo de vida inimaginável: quando pensamos que vai ser eterno, está próximo do fim.

- Mas por que terminaram?

- Eu a amava. Não tenho vergonha de dizer isso. Não tenho, não tenho… Mas enquanto eu queria alguém que enchesse meus olhos e meu coração, ela só queria alguém que a enchesse de presentes e conforto.

- Não diga isso!

- Lembra-se quando fui demitido? Passei um aperto, tive que vender coisas para cobrir compromissos, tomar empréstimos… Ela ficou do meu lado? Péssimos cinco meses. Eu na luta, suando a camisa e ela… com… com… Até que eu descobri e terminamos.

- Oh! Não sabia disso…

- É. Mas tudo bem, eu já havia traído ela também. Mas eu estava bêbado.

- Mas isso não é desculpa…

- Eu sei. Fazemos muita besteira. Hoje me arrependo amargamente. Julio, hoje eu quero alguém que me complete. Esteja sempre comigo, seja um amor, compreensiva… É pedir muito?

- Príncipe encantado não é só para mulheres, não é mesmo?

 

Bruno não agüentou. Deu uma imensa gargalhada. Julio não entendeu. Ficou sem jeito e irritado.

 

- Eu não quero um príncipe!

 

Julio esboçou um sorriso sem graça. Fora mal interpretado.

 

- Eu também não quero…

 

Bruno não conseguiu parar de rir. Julio não ficou ali para ser ridicularizado. Levantou-se e foi embora.

 

- Varão, volte! – rindo mais alto.

- Vou para casa. Hoje foi cansativo.

 

Ana ainda gostava de Julio. E Fernanda havia percebido sua reação durante a visita que ele fizera com Bruno.

 

- Por que não explica a ele toda a situação?

- De novo? Ele já me perdoou. Mas disse que agora… ou nunca mais.

- Mas você ainda o ama?

- Sim… não… Que diferença faz? Eu tenho de esquecê-lo.

- Tente reconquistá-lo.

 

Ana não queria aquela conversa. Fernanda estava casada, o marido a amava, tudo era perfeito e muito lindo. Um conto romântico baiano. Extremamente melódico. Era uma realidade absurdamente diferente. Achava que não sairia nada de interessante dali. Estava enganada.

 

- Quando conheci meu marido, ele namorava outra menina. Eu me apaixonei de imediato. Como se meu coração tivesse pulado. Creio que meus olhos me denunciaram. Na época nem éramos cristãos. Trabalhávamos no mesmo setor. Quando soube que ele havia terminado o relacionamento, foi como se meu coração reacendesse a paixão…

- Para quê esse sorriso no rosto?

- Não consigo falar do meu amor sem sorrir…

- Sim. Adiante para a moral da história… – impaciente.

- Eu fiz com que ele me notasse. Conquistei-o, com sabedoria.

- Mas eu fiz uma grande besteira… Acha que consigo?

- Só saberá tentando…

 

 

 

O que Ana deve fazer?

 

1) Tomar a iniciativa e tentar reconquistar Julio?

2) Descansar e esperar por ele?

3) Encarar que não pode mais tê-lo e desistir?

 

Até segunda-feira.

 

 

 

Grampos telefônicos II

Por Mateus Modesto | Publicado em Política | 05/09/2008

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G1 – É ‘quase impossível’ descobrir autoria de grampos, diz número 2 da Abin

O diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), José Milton Campana, classificou como “quase impossível” a possibilidade de se descobrir a autoria de grampos ilegais. Afastado da Abin após a denúncia de escutas telefônicas ilegais contra políticos e integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), Campana depõe na CPI dos Grampos da Câmara.

Sorte dele que o DOI-CODI (centro de tortura no tempo da Ditadura Militar no Brasil) não existe mais…

E outra: os caras são profissionais! Por isso que eu creio que Bond, James Bond realmente está no país…

Grampos telefônicos

Por Mateus Modesto | Publicado em Política | 05/09/2008

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G1 – Jobim confirma que Abin tem equipamento para fazer escuta telefônica

O caso dos Grampos ainda não foi solucionado. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, confirmou que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) comprou, por meio do Comando do Exército, equipamentos que permitem fazer interceptações telefônicas.

Já o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) afirmou que o grampo telefônico ilegal deve ter sido feito no telefone do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Demóstenes depôs nesta manha aos delegados Rômulo Berredo e Willian Morad da Polícia Federal.

Soube, por fontes seguras, que Bond, James Bond está no Brasil tomando um curso com a Abin. Não sei como ele soube, mas…

E, com tantas incertezas, até os grampeadores de papel no Congresso foram confiscados. É que o pessoal chegava dizendo:

- Tem grampo?

Era um tremendo desespero.

Super, super, super

Por Mateus Modesto | Publicado em Novidade | 04/09/2008

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Mais rápidos que uma bala de canhão. Mais eficientes que juros de banco. Mais temerosos que a zaga do Bahia. Mais insuportáveis que uma dor de barriga. Eles são oooooss… CAMBISTAS!!!

Terra – Cambistas já vendem ingressos para Madonna a R$ 1.200

E olha que a venda para o show em São Paulo começou hoje…

Caso Robinho

Por Mateus Modesto | Publicado em Esporte | 03/09/2008

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O jogador de futebol Robinho estava com quase tudo acertado para ir jogar no Chelsea, clube inglês que tem como técnico o ex-treinador da seleção brasileira em 2002, Luis Felipe Scolari, vulgo Felipão.

Robinho, ou Robiño, declarou em uma coletiva que não dava mais para ele continuar no Real Madrid. Disse, pela enésima vez – sem hipérbole -, que o futuro dele era no referido clube inglês. Não é português, mas literalmente “bateu o pé”.

Não deu outra. Foi transferido para a Inglaterra. E jogará no Manchester… City.

O GloboEsporte do último dia 28 afirmava que as negociações estavam bem adiantadas com o Chelsea… Tão adiantada que houve impedimento! Entenderam, entenderam?

Tesouro

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 03/09/2008

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G1 – Fãs de Madonna acampam em frente ao Ginásio do Ibirapuera, em SP

Desde o dia 1º, fãs aguardam na fila para comprar ingresso que começa a ser vendido a partir de amanhã, dia 3. O show acontecerá nos dias 18 e 20 de dezembro, no Estádio do Morumbi, em São Paulo.

Os ingressos variam de R$ 180 a R$ 600.

Como está escrito: “Onde estiver o vosso tesouro, aí também estará o vosso coração”. Não ajunteis tesouros na terra: eles são consumidos e roubados.

Desamor – Parte IV

Por Mateus Modesto | Publicado em Capítulos | 01/09/2008

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- Oxe! Você conhece Bruno de onde?

- Ele é ex-namorado de uma amiga. Maria. Você a conheceu, Julio!?

- Sinceramente… Ah! Lembro-me dela. Ela era uma morena baixa, cabelos longos, falava “quego um chego”…

 

Todos riram. Bruno não participou da conversa. Ficou sem graça, desviando o olhar e nitidamente sem jeito. Fernanda percebeu.

 

- Bom, mas isso é passado.

- É. Esqueçamos o passado. Pensemos no futuro. – disse Ana.

- E que o futuro seja bem diferente… – comentou Julio.

 

Havia mais algumas pessoas na casa, todas para visitar a criança. Fernanda apresentou cada uma. Entre parentes e amigos, Bruno notou uma garota. Ela não parava de observá-lo.

 

Julio fazia de tudo para não ficar com Ana. Mas ela insistia. Então, sentou-se ao lado da primeira garota sozinha e puxou conversa. Do início, era apenas como refúgio, porém, agradou-lhe estar com ela.

 

- Não nos apresentamos. Que grosseria a minha atitude! Prazer, Julio. – cheio de sorrisos.

- Luciana.

 

Conversaram por pouco mais de quinze minutos. Depois da apresentação do bebê e do lanche, Julio resolveu ir embora. Agradeceu a Ana pelo convite, felicitou Fernanda pela criança e saiu com Bruno. No meio do caminho, soube: conversara justamente com a garota que paquerava o amigo.

 

- Por que não me falou? – agitou-se Julio.

- De que maneira? Você colou nela…

- Sei lá! Sentava ao lado, tossia, não sei…

 

Bruno ficou vermelho. Não soube explicar o porquê.

 

- Podemos voltar.

- De maneira alguma! Não faça isso. – ligeiramente nervoso.

- Ela é bonita e te paquerava. Uau!

 

Bruno adiantou os passos, em sinal de desagrado. Julio ficou ao longe, analisando o amigo. Desde o fim do relacionamento com Maria, há alguns meses, ele não havia estado com outra garota. Não que soubesse. Preocupou-se.

 

- Até hoje você nada me contou sobre sua vida pós-Maria.

- Devemos saber escolher nossa parceira. Ser bonita ou simpática não é o bastante. – gesticulando. Certas coisas acontecem para que saibamos se a pessoa que está ao nosso lado realmente se importa conosco. “Eu sempre estarei contigo”. Ela sempre dizia. Não nas adversidades, não nas aflições. “Ah! Eu te amo tanto!” – lágrimas escorreram.

 

Julio não sabia o que fazer. Deixou o amigo à vontade. Não comentou nada. Olhava para os lados e coçava a cabeça. Ele o chamou para sentar-se num banco.

 

 

 

O que Bruno deve fazer?

 

1) Ficar sozinho e pedir para Julio ir embora?

2) Sentar-se e conversar?

3) Ir embora para casa?

 

Até segunda-feira.