Festival de Cinema Infantil – II

Por Mateus Modesto | Publicado em Cultura | 25/10/2008

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Hoje é o segundo dia do 6º Festival Internacional de Cinema Infantil, que ocorre até o próximo final de semana, mas as sessões são apenas de sexta a domingo.

As sessões se dão pela manhã e à tarde. Confira a programação de hoje. E a de amanhã.

O ingresso é único: R$ 4.

O Festival acontece no Cinemark Salvador, no Salvador Shopping.

E, apesar de ser festival infantil, podem entrar adultos desacompanhados de crianças. Só vai parecer um pouco estranho…

Mulher é presa após matar marido virtual

Por Mateus Modesto | Publicado em Uncategorized | 25/10/2008

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BBC Brasil – No Japão, uma mulher está sendo acusada de ter matado o marido virtual no Maplestory, jogo online.

A assassina virtual, uma professora de piano de 43 anos, diz ter ficado brava ao ser divorciada sem aviso. O rapaz, de 33 anos, chamou a polícia após descobrir que seu perfil no jogo havia sido apagado.

Ela está mantida em uma prisão na cidade de Sapporo, ao norte do país, acusada de acessar de forma fraudulenta a conta da vítima no jogo online.

Festival de Artes Cênicas – II

Por Mateus Modesto | Publicado em Cultura | 25/10/2008

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Hoje as apresentações do Festival Internacional de Artes Cênicas começam a partir das 15 horas. Nanny Cogorno, da Argentina, realiza na Praça de Plataforma o espetáculo “Jurujujaja – El desastre continua”.

SINOPSE: A palavra “Jurujujaja” reproduz, em espanhol, o som de uma grande e sonora gargalhada. É também o nome do divertido e sensível espetáculo dirigido e atuado pelo palhaço argentino Nanny Cogorno. “Nada como o tempo para ser perdido” é o mote da montagem, que combina humor com jogos de malabares e a provocação com o equilíbrio, levando a platéia ao riso e ao encantamento. O artista, de muitas facetas, introduz o publico com ternura, talento e muita provocação no seu labirinto particular, onde recria e utiliza velhas técnicas de circo.

Às 21 horas, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, o grupo cearense Teatro Máquina apresenta “O Cantil”.

SINOPSE: “O Cantil” é uma adaptação cuidadosa que a diretora Fran Teixeira fez da aclamada peça do alemão Bertolt Brecht “A exceção e a regra” e fala da relação de exploração e submissão entre patrão e empregado. A direção optou por dispensar as falas e a expressão facial, montando um espetáculo em que o texto é silêncio, música, luz e, principalmente, gestos. As personagens são bonecos-humanos manipulados por atores, traçando um caminho para a auto-anulação: o manipulador controla seus gestos numa confiança completa e cooperação mútua, já que um deles deixa ser moldado e o outro dá as rédeas.

Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), exceto o espetáculo na Praça de Plataforma, gratuito. Venda apenas nos locais de apresentação.

Sinopse dos espetáculos (clique sobre o nome), confira aqui. Programação dos demais dias, aqui.

 

Programação de hoje (25/10)

15h - Jurujujaja-El desastre continua - Praça de Plataforma
 
16h - E se… - SESI Rio Vermelho (Rua Borges dos Reis, 9 – 3535-3020)
 
17h - Casa de Ferro - Teatro do ICBA (Avenida Sete de Setembro, Corredor da Vitória - 3337-0120)
 
18:30h e 21h - Sizwe Banzi est mort - Teatro Vila Velha (Avenida Sete de Setembro, Passeio Público – 3083-4600)
 
20h - Melodrama - TCA Palco Principal (Praça do Campo Grande, Campo Grande - 3535-0600)
 
20h – Batata! - Teatro Martins Gonçalves (Rua Araujo Pinho, Canela - 3245-0714)
 
21h – O Cantil - TCA Sala do Coro (Praça do Campo Grande, Campo Grande - 3535-0600)
 
22h – Eu - Museu de Arte Moderna – MAM (Avenida Contorno, Solar do Unhão – 3117-6141/6139)

Festival de Artes Cênicas

Por Mateus Modesto | Publicado em Cultura | 24/10/2008

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De hoje (24) até o dia 31 de outubro a Bahia recebe o Festival Internacional de Artes Cênicas, com apresentações internacionais, nacionais e baianas.

São atrações inéditas com apresentações em praças, ruas e casas de espetáculos, em Salvador, Camaçari e Feira de Santana.

A abertura do Festival se dará hoje, no Palco Principal do Teatro Castro Alves, com o espetáculo “Melodrama”, da Cia dos Atores, do Rio de Janeiro, às 20 horas.

Já no Teatro Vila Velha, às 21 horas, o grupo francês C.I.C.T./Théâtre des Bouffes du Nord apresenta “Sizwe Banzi est mort” (“Sizwe Banzi morreu”).

A programação do Festival pode ser conferida aqui. Para ler a sinopse dos espetáculos, basta um clique sobre o nome.

Os ingressos são R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), à venda no SAC Barra, Iguatemi e na bilheteria do Teatro Castro Alves, mas sempre no dia anterior ao espetáculo. No dia, a venda se dará apenas no local de apresentação.

 

SAC Shopping Barra – 3264-5955 (segunda a sexta 12h às 17h30/sábado 8h às 12h30)

SAC Shopping Iguatemi – 3450-5922 (segunda a sexta 12h às 18h30/sábado 8h às 12h30)

Bilheteria Teatro Castro Alves – 3117-4899 (12h às 18h)

Festival de Cinema Infantil

Por Mateus Modesto | Publicado em Cultura | 22/10/2008

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O 6º Festival Internacional de Cinema Infantil estará em Salvador por dois finais de semana consecutivos: desta sexta-feira (24) até o domingo (26) e dia 31de outubro até o dia 2 de novembro.

Dentre sucessos como “Toy Story” e “Monstros S.A.” está “Jardim das Cores”, de Guilherme Reis, vencedor do Prêmio Brasil de Cinema Infantil.

Os filmes serão exibidos no Cinemark Salvador, no Salvador Shopping.

Confira a programação no site do Festival.

Desamor – Parte XI

Por Mateus Modesto | Publicado em Capítulos | 21/10/2008

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No capítulo anterior, Julio decidiu aceitar o convite de Ana. Porém, perturbada com as orientações imprecisas de suas amigas, Ana optou por não sair com Julio, o que acabou frustrando os dois.

Ana passou a semana amargurada. Não sabia como se desfazer da atitude impensada contra Julio. Condenava-se a todo o momento. As amigas não tinham um plano B para essa situação. A única forma de saber o que Julio sentia por Ana era dar o primeiro passo. E isto implicava a ligação e o pedido de desculpas.

- O que você fez exige uma retratação. Ele não vai ligar. Pelo menos eu não ligaria.
- Não diga assim, Luciana. Dê esperança a ela.
- Esperança falsa? Não mesmo.

Apesar da insistência, Ana cria que o melhor a fazer era esperá-lo. Na verdade, ela sentia-se desiludida com o desenrolar das coisas. Julio não a procurava, sempre se esquivando. Imaginava que a definição seria muito rápida.

- Meninas, obrigada pelo interesse de vocês. Mas entendo que agora é preciso descansar. Mesmo que isso dure meses…
- Se passar de um mês, esqueça-o. Não vale a pena esperar por homens…
- Nívea, não diga isso!

Durante o domingo, Ana era só tristeza. Não comia, não bebia, não lia, não queria fazer nada. Perambulava pela casa, sem objetivos. Sentava-se para assistir a algum filme, mas desistia na metade da exibição. Colocava suco no copo e não o bebia. Isso incomodou Fernanda, sua irmã.

- Aninha, o que há?
- Com quem?
- Não come, não bebe. Está assim desde terça-feira. Foi algo com Julio?
- Por que com ele? Por que tem que ser sempre alguma coisa com ele?
- Não sei. Você me diz.

Ela sentou-se e começou a chorar. Lembrou toda a história com Julio, desde a festa de aniversário de Roberto. Cada palavra vinha com um soluço e lágrimas. Muitas lágrimas. Arrependia-se de ter estragado tudo, apesar de não ser certeza que retomaria o relacionamento com ele.

- Não fique assim. Você acha que ele gosta de você? Por que não liga novamente explicando-se?
- Não quero fazer isso. Você me disse para ser sábia. Eu não fui.
- Acalme-se. Foi um erro. Mas é corrigível. Porém, se não quiser ligar, espere no Senhor. E creia que se for para dar certo, Ele te guiará.
- Sei…

Fernanda começou a relembrar seu relacionamento com o marido. Repetiu, pela enésima vez, como ela agiu e como tudo foi caminhando para eles se casarem. Explicou a Ana que o melhor a fazer, em certas situações, é entregar a causa a Deus.

- E Ele pode resolver isso?
- Claro. Porém, o mais importante para você é saber qual a vontade Dele. Porque, se Julio não for seu varão, Deus vai afastá-lo mesmo.
- Varão?
- Homem. Varoa é mulher.
- Interessante. E estranho.
- Então? Quer entregar sua causa a Ele? Jesus nos ensina a primeiro buscarmos o Reino dos Céus e depois tudo será acrescentado. Emprego, carro, casa, casamento, filhos… tudo será acrescentado. Você só precisa crer.
- Vejamos no que vai dar.

Ana decidiu preocupar-se consigo. Dedicou-se mais ao trabalho, ao estudo para o ingresso em uma faculdade, na arrumação da casa. Pensava e orava junto com a irmã por Julio, mas não estava como antes. Centrada, queria agora um homem sério e maduro, que não descartasse um casamento.

 

Um mês se passou e Julio não havia ligado para Ana. Na verdade, havia decidido não procurá-la. Queria um tempo para pensar se ela era a pessoa certa. Próximo do término da faculdade e com um emprego estável, ele não era mais homem de baladas e namoros sem futuro. A antiga namorada parecia mais deste tipo.

Ligou para Bruno. Queria conversar com o amigo, que não via há umas três semanas.

- Estou pensando em mudar de cidade.
- Por quê?
- Quero esquecer meu passado.
- Mas passado não se esquece. Ele fica com você. O que podemos fazer é mudar nosso futuro, com nossas ações no presente. Ainda pensando em Ana? Ela mudou.
- Não é isso. Não é só isso. É que… eu errei muito. Com muitas pessoas. Entendo que em outro ambiente não tornarei a errar. Não consigo explicar…

Bruno percebeu que a decisão de Julio era firme. Poderia, por algum outro motivo, abdicar dessa grande mudança, mas sentia que o amigo estava fugindo do seu passado: Ana. Ele não queria desistir dela. Pensava em dar uma nova chance. Temia, porém, uma nova frustração. Dessa forma, imaginar que daria certo o deixava mais feliz que ter a certeza do fracasso.

 

O que Bruno deve fazer?

1) Ligar para Ana, explicando a situação?
2) Convercer Julio a desistir da idéia de mudar de cidade?
3) Entender que é a melhor coisa a fazer e ajudá-lo se necessário for?

Como houve empate, prevalece a primeira opinião. E vai ser assim toda vez que isso ocorrer.

Até próxima segunda-feira.

Desculpas

Por Mateus Modesto | Publicado em Novidade | 21/10/2008

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A continuação de Desamor deveria ter acontecido ontem, mas por motivos pessoais assim não aconteceu. Estou procurando regularizar.

Ivete Sangalo

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 21/10/2008

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A cantora baiana Ivete Sangalo pronunciou hoje em seu blog sobre a perda do bebê: “Estou firme e tranqüila, certa de que Deus é sábio e cuidadoso para me manter em paz. A fé só aumenta cada vez mais e assim seguiremos em paz”.

Ivete Sangalo namora o estudante de Nutrição, Daniel Cady.

A notícia de uma gravidez tem duas reações conhecidas: alegria ou pavor. Mas o fato da futura mãe ser casada ou não, no mundo “moderno”, não diz muita coisa. Salvo quando é menor de idade, que muitos ficam chocados – momentaneamente. Mas o que quero chamar a atenção é pela declaração de Ivete – que poderia ser de qualquer outra personalidade artística: “… certa de que Deus é sábio…”.

Deus é sábio. Deus permite muitas coisas. O fato de ter acontecido o aborto não significa que tenha sido a vontade dEle. A vontade do Senhor, de início, seria o casamento dela com o atual namorado. Depois a gravidez.

O que o homem não sabe é que existem leis espirituais, assim como leis civis e físicas. Fazer sexo antes do casamento é pecado. E com o pecado vem a maldição. Com o casamento, o sexo passa a ser bênção. Simples assim.

Para saber qual a diferença entre a bênção e a maldição, leiam Deuteronômios 28.

Vampeta

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual, Esporte | 17/10/2008

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Vampeta foi eleito a pior contratação da história da equipe italiana Inter de Milão. A enquete foi promovida pelo portal Mediaset, de Silvio Berlusconi, primeiro-ministro italiano.

Para quem não sabe, Vampeta (mistura de Vampiro com Capeta) fazia parte do elenco do Vitória (Campeonato Brasileiro – 2004), Brasiliense (Campeonato Brasileiro – 2005), Corinthians (Campeonato Brasileiro – 2007) e Juventus (Campeonato Paulista – 2008) quando foram rebaixados.

Li no IG.

Provavelmente Vampeta está envolvido na atual crise dos Estados Unidos e no fiasco da campanha de ACM Neto. Ou na de Imbassahy.

Mas envolver o diabo dá nisso. Você vem ganhando, até ele puxar seu tapete.

Novela das 6

Por Mateus Modesto | Publicado em Humor | 15/10/2008

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UOL – “Negócio da China” tem pior audiência da história e já afeta “Três Irmãs”

A média foi de 15 pontos nesta quarta-feira (15). Desde o início, a novela das 18h só vem caindo no ibope.

Que negócio da China!

Mas se for da China mesmo, não vai durar mais que três meses…

Por enquanto está só nas irmãs. Quero ver quando afetar a família inteira!

Festival de Cinema

Por Mateus Modesto | Publicado em Novidade | 15/10/2008

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Está acontecendo em Salvador, Bahia, o 5º Festival Cinema de Arte de Salvador. Mostras do cinema nacional e internacional vão até o dia 23 de outubro. “O intuito é celebrar o audiovisual nacional, quer seja homenageando obras importantes, quer seja difundindo novidades produzidas por jovens artistas”.

Os filmes serão exibidos na SaladeArte - Cinema da Ufba, SaladeArte – MAM, SaladeArte – Cinema do Museu e na SaladeArte – Aliança Francesa.

A programação dos filmes pode ser conferida aqui.

Ainda tem também um bate papo com cineastas, produtores, atores e professores. Destaques para a conversa com Selton Mello, hoje (dia 15), diretor de “Feliz Natal”, depois da sessão, que começa às 15h 30 no Cinema do Museu, e Rita Cadillac, dia 17, estrelando “Rita Cadillac – A lady do Brasil”, às 20h 10. Tem Leandro Colling, pesquisador e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), dia 21, com “Baby Love – A reformulação do conceito de família” – atento porque ele foi professor na faculdade onde me formei.

Esta programação está em Cine Papo.

Para acessar a home do Festival, clique aqui.

Os ingressos são de R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia) para as salas da Aliança Francesa, do Museu e da UFBA, exceto nesta para alunos e professores, que fica por R$ 4. E este é o valor, único, na sala do MAM.

Endereços e telefone:

SaladeArte – Aliança Francesa: Av. 7 de Setembro, 401, Vitória (3237 – 9681)

SaladeArte – MAM: Av. Contorno, s/n, Solar do União (3336 – 5727)

SaladeArte – Museu: Av. Sete de setembro, s/n, Corredor da Vitoria – Museu Geologico (3338 – 2241)

SaladeArte – UFBA: Pavilhão de Aulas da Canela – PAC. Av. Reitor Miguel Calmon, s/n. Vale do Canela (3237 – 9681)

 

Qualquer erro ou informações adicionais, bem como sugestões de filme, por favor, escrevam-me.

Eleições 2008 – São Paulo

Por Mateus Modesto | Publicado em Política | 15/10/2008

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Noivas aparecem na Avenida Paulista, em São Paulo, pedindo por voto consciente.

A campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encaixa-se perfeitamente: “Quatro anos é muito tempo”. Tanto para um má escolha nas eleições como para o casamento, o que, aliás, é para sempre.

Foto: David Xavier/ Agência Estado

RACIOCÍNIO LÓGICO – Publicado!

Por Mateus Modesto | Publicado em Crônicas | 14/10/2008

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17/10 – Meu ilustre primo Vinicius Cruz, webdesigner-master-creater, disse-me que eu preciso mudar os títulos, para uma melhor busca no Google.

Talvez algum de vocês já tenha lido esta crônica no site Comunique-se ou no O Guaruçá. Para quem não leu, a oportunidade de lê-la.

Para alguns é precipitação. Para outros, rapidez de pensamento. A Palavra diz que é estupidez. Aquele que responde antes de ouvir pode ser envergonhado ou tornar-se um vencedor – neste caso, lembremos de gincanas televisivas. Mas se faz isso não apenas com palavras, com ações também. Depende muito das circunstâncias.

Dona Maria, faxineira e mãe de seis filhos, é daquelas mães que educam o filho à base da fivela. Não que espanque ou torture suas crianças, mas com ela não tem meia conversa. Dizem que é extremamente grosseira e louca, está fora dos padrões intelectuais de educação impostos na atualidade. Sua ordem só se escuta uma única vez. O melhor é obedecê-la. E os meninos sabem bem disso. Se está errada ou não, basta analisar o número de adolescentes “perdidos” em seu bairro.

Rodolfo, o mais velho, de 12 anos, conhece o poder da mão de sua mãe. Sua voz, quando brada, estremece-o por completo. Não ousa desafiá-la. Respeita-a e a ama. É o filho querido, mas isso não significa que tenha alguma regalia quando errado. O que é comum, principalmente na escola. Ou melhor, fora comum.

Bela manhã de quarta-feira. A escola, toda ornamentada, preparava-se para uma apresentação dos estudantes, em comemoração ao Dia do Professor. Rodolfo era o organizador de sua turma. Suou durante todo o mês de setembro, buscando uma qualidade tanto na peça de teatro quanto no figurino dos colegas. O esforço resultou em uma imensa salva de palmas e gritos de júbilo. E rendeu-lhe um comunicado para seus pais, convidando-os para visitar a escola. Era tudo o que ele queria: seria sua consagração.

Todo contente, subia a última das três ladeiras do caminho para casa. Na semana foi repreendido por brigar com um rapaz. E intimidado pela mãe para que não acontecesse novamente. No mês anterior, uma confusão envolvendo seu nome deu-lhe como recompensa um castigo de cinco dias, além das temidas chineladas. Hoje, redimido, esperava por longos abraços e uma sobremesa individual: chocolates. Mas, para sua infelicidade, sua mãe não estava de bom-humor.

Ainda pela manhã, seu segundo filho, Rogério, discutiu com a professora e tomou uma pequena suspensão de aulas. Dona Maria teve de ir até a escola ouvir a direção e levar o menino para casa, para aplicar-lhe uma pisa – uma surra. E o mais novo, Romildo, quebrara um pequeno adorno em casa – um vaso de flores de grande valor sentimental. Desse modo, sua paciência esgotara-se.

Rodolfo foi entrando sem cerimônia. Assoviando, dirigiu-se à cozinha. Encontrou sua mãe sentada na cadeira, passando um sermão para os demais filhos. Todo orgulhoso, ele cortou a conversa da mãe – um erro fatal – e emendou:

- A diretora quer ver a senhora amanhã. – e abriu um sorriso.
- Para quê?

Antes que ele pudesse responder, sua mãe levantou-se com um dos tamancos na mão e tratou de acertá-lo ali mesmo. O pequeno garoto não tentou defender-se: apenas correu, largando o convite no chão. Antes de sumir pela casa, não escapou da pontaria da mãe: no meio das costas.

No papel não havia nada dizendo o assunto. Passados alguns minutos, Rodolfo voltou, explicando, ao longe, do que se tratava. Desajeitada, Dona Maria criticou-o:

- E por que não me falou logo?

Ele apenas abaixou a cabeça. Não ousou responder-lhe.

Desamor – Parte X

Por Mateus Modesto | Publicado em Capítulos | 13/10/2008

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No capitulo anterior, Julio desistiu de ir embora da festa e conversou com Ana. Confuso, não se estendeu na conversa, mas deixou claro que poderiam sair juntos, juntamente com Bruno e Luciana. No dia seguinte, Ana fez o convite.

Julio abriu um sorriso, mas depois ficou preocupado. Não sabia se realmente havia interesse de reatar o namoro com Ana. E não queria iludi-la. A mensagem que recebera vinha cheia de “mimos”. O que não cabia nesse momento.

Ele passou a manhã inteira pensando em como responder. “Aceitar ou não aceitar? Eis a questão!”, pensava defronte ao espelho do banheiro. Não era uma atitude simples. Nem muito difícil. Porém, qualquer uma implicava em uma reação desconfortante.

- “Sim, eu vou”. – falava consigo. – Ela imagina que eu a quero e fica me ligando o tempo inteiro. “Não vou”. Ela fica na dúvida e diz que estou brincando com seus sentimentos.
Ana havia conversado o mesmo assunto com todas as suas amigas. E todas reprovaram a sua ação – mandar a mensagem no dia seguinte. Entenderam como um desacordo – visto que ela não consultou ninguém – e uma declaração explícita de amor a ele – o que não cabia. Restou a elas organizarem um plano de salvação.

Primeiro passo: Instruíram-na que não poderia esboçar reação exagerada e comprometedora nas mensagens. Não poderia responder de imediato, muito menos com uma ligação. Mais de três linhas é carta.

- Aninha, nada de restaurante com pouca iluminação. Prefira um barzinho com muito barulho.
- Nem pense em cinema. Nem em teatro. Muito menos museu.
- Ah! Barzinho com som ao vivo não rola. Podem tocar uma música romântica, bater um clima e… você estraga tudo. Pode rolar só naquele momento, entendeu?!
- Entendi, entendi… – aparentemente nervosa.
Bruno ficou animado quando soube do encontro que teria com Luciana. Mal podia agüentar-se em pé. Fazia planos para um futuro muito próximo: viagens, cinemas, casamento, filhos. Ria como uma criança. Julio não aprovava tal reação.

- Lembre-se que sairei com Ana. Não sei se…
- Podem ser amigos. Você já a perdoou. O problema também é que você não quer sair com mais ninguém. O relacionamento acabou há… sei lá, seis meses?
- Oito.
- Oito meses! Fazemos assim. Saímos nós quatro. Eu convido um particular com Lu e você dá o fora nela. Combinado?

Julio não respondeu. Sua mente trabalhava com inúmeras possibilidades. Queria apenas sair daquela situação, sem se machucar novamente. Desejou não ter criado tudo aquilo. Apesar de estar na dúvida quanto a Ana. Afinal, passaram-se os meses e ela parecia ter mudado, além de estar mais bonita.

À tarde, pegou o celular e escreveu uma mensagem aceitando o convite. E ficou na expectativa.
Ana recebeu a mensagem sem euforia. Leu-a e, imediatamente, as recomendações das amigas vieram-lhe à memória. “Não pode, não faça, não aceite”. A confusão tomou-lhe por completa. Sozinha, desesperada, respondeu a ele dizendo que não poderia mais sair. Imaginou que Julio a ligaria pedindo explicações. A noite chegou e ela continuava a esperar o retorno. Entristecida, sentou-se ao pé da cama e começou a chorar.

 

O que deve acontecer agora?

1) Julio entender como um sinal e procurar acalmar o desenrolar das ações?
2) Ana ligar para Julio desculpando-se e marcar o encontro?
3) Ana esperar a ligação de Julio, mesmo que isso demore a acontecer?

Até próxima segunda-feira.

Brasileirão 2008 – São Paulo

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual, Esporte | 10/10/2008

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Ontem (9) o São Paulo enfrentou o time do Náutico e venceu por 1×0, gol do volante Hernanes. Na comemoração, o beijo no anel, simbolizando a amada, e, surpreendentemente – pelo menos para mim -, uma camiseta por baixo com o dizer “Only Jesus” – Somente Jesus.

É bonito ver alguém glorificar a Deus no momento de vitória…

Veja no Youtube.