Meia-entrada sem restrição

Por Mateus Modesto | Publicado em Cultura | 12/11/2008

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UOL Notícias- O projeto que regulamenta o uso das carteirinhas de meia-entrada será votada na próxima terça-feira (18), na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. Provavelmente a proposta de restrição nos finais de semana não será aprovado.

O texto do projeto invalidava o uso da carteira de estudante em finais de semana e feriados, em cinemas, e de quinta a sábado, em shows e peças teatrais. Agora, deve ser sugerida uma cota de ingressos destinada a estudantes e idosos, colocada à venda em todos os eventos.

A UNE (União Nacional dos Estudantes) afirma que é difícil fiscalizar o sistema de cotas, uma vez que produtores podem vender algumas entradas pela metade do preço e sinalizar que disponibilizou toda a cota.

Desamor – Parte XIII

Por Mateus Modesto | Publicado em Capítulos | 10/11/2008

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No capítulo anterior, Bruno conversou com Julio sobre a decisão de viajar. Tentou convencer o amigo a desistir da ação. Ana conheceu Vitor, um jovem da igreja. E ficou admirada com sua beleza.

Ana não parou de pensar em Vitor o culto inteiro. Procurava-o com os olhos a todo o instante. E, de tão aérea, acabou sendo repreendida pelas amigas ao lado.

Ela dividia sua atenção com o pastor e Vitor. Ria sozinha, esperando uma nova oportunidade para poder falar com ele. E surgiu, quando ele levantou-se e saiu.

- Oh! Olá!
_ Oi, menina. Fabiana?
- Ana!
- Isso mesmo. Por que não está lá dentro?
- Vim…
- Beber água?
- Sim.
- Mentira não é de Deus.

Ela ficou sem graça.

- Por que não diz que veio me ver?
- Porque não seria… preciso entrar.
- A água…

Ana não sabia o que fazer. A precipitação traiu-lhe. Agora, pensava, não mais encontraria com ele, tamanha a vergonha que ficara. Sabia que tinha de esperar um novo momento. Exato, perfeito.

O culto terminou e ela não se esqueceu do que havia feito. Rasgava-se de raiva por dentro. “Uma mulher agir não é elegante. Uma donzela aguarda ansiosa pelo seu cavaleiro. Uma dama é cortejada sempre. Infeliz!”.

Vitor a esperava do lado de fora. Sorriu e convidou-lhe para sair. Ela negou.

- Não o conheço. – andando com rapidez.
- A intenção é justamente…
- Apenas nós dois?
- Sim.
- Não. Só se sairmos com minha irmã e o marido.
- Como quiser.
- Próximo sábado.
- Interessante… Posso ter seu número de telefone?
- Veja na lista.

Ele ficou para trás. E abriu um sorriso. Ela adiantou os passos. E sorriu feliz.
Julio refletira nas palavras de Bruno. Havia desistido da viagem no final do ano. Sabia que não resolveria seu futuro fugindo dele. Tornara-se um homem. Tinha de pensar como um. E o melhor seria decidir uma postura em relação a Ana. Nada de dúvidas e indefinições.

Telefonou para Bruno e agradeceu pelas sábias palavras. Contou-lhe dos pensamentos e planos para sua vida. Estava determinado a buscar um futuro digno, inclusive a ter uma nova atitude nos comportamentos. Ligou para Ana.

Ensaiou por diversas vezes em frente ao espelho. Respirou fundo. Gritava para espantar o medo. Respirou fundo novamente. Discou o número. Desligou. Respirou fundo. Discou.

- Alô!
- Ana?
- Oi.
- Sabe quem está falando?
- Hmm… Vitor?

Julio desligou o telefone.

 

O que deve acontecer?

1) Julio desistir de Ana, imaginando que ela tem um namorado?
2) Julio deve sondar para tomar a decisão de desistir de Ana?
3) Julio deve investir em Ana, procurando saber se ela ainda o ama, mesmo que tenha um namorado?

Até próxima segunda-feira.

Testemunho – Fernanda Brum

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 08/11/2008

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Testemunho da cantora Fernanda Brum, presente no DVD “Apenas um toque”.

DIA DAS CRIANÇAS – Publicado!

Por Mateus Modesto | Publicado em Crônicas | 05/11/2008

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Mais uma crônica publicada no site Comunique-se. Para a glória de Deus. Se ainda não leu, leia e comente.

O Dia das Crianças passara em branco para os dois filhos de Robervaldo. Em branco entenda sem presentes, porque o dia inteiro foi de festa em seu bairro – inclusive com palhaços animando. Mas, para felicidade dos pequeninos, o pai havia prometido brinquedos. E o que ele prometia, cumpria.

Sem emprego, vivia de bicos: consertava um cano aqui, capinava um terreno acolá, trabalhava como ajudante de pedreiro em outro momento. Mas a semana não fora nada boa para ele. Saía pelas ruas procurando uma forma de ganhar dinheiro. Entrava e saía de lojas: sem experiência, sem referência, sem confiança. Robervaldo ia pela fé, uma vez que é quase impossível alguém empregar outro nessas condições. E a segunda-feira terminou. E as crianças cobraram seus presentes.

- Papai, cadê minha boneca?
- Pai, meu carro?
- Calma, calma. – olhava para a esposa. Esta semana. É que são tantas opções, que tenho que escolher o melhor para vocês. – deu uma risada desanimada.

A sua caminhada pela cidade prosseguia. Subia rua, descia rua. Entrava em prédio, saía de prédio. Sua camisa, outrora limpa, estava tomada de suor. Seu cabelo, desarrumado. Sua aparência, agora entristecida. Firme era aquela tarde, porque suas forças não mais existiam.

Robervaldo olhava a velocidade da cidade. Tudo em movimento. O desespero tomou-lhe a mente. Temia frustrar os filhos. Lembrava de sua infância pobre, sem direito a dignidade e a brincadeiras: tão cedo perdeu os pais; tão cedo se tornou homem. Sentado no banco da praça, chorava copiosamente. Ninguém aparecia para ajudar-lhe. Menos ele.

- Você caiu?- questionou uma criança de seis anos.
- Hein?
- Está chorando. Quando eu caio, eu também choro. Mas meu pai diz para eu parar de chorar, porque chorando dói mais. Então eu paro e continuo brincando.

A mãe do garoto chamou-o aos berros. Ele saiu correndo. E deixou cair seu carrinho. Robervaldo ainda gritou, alertando-o, mas ele sumira na multidão. Aquelas simples palavras fizeram-lhe refletir. Envergonhou-se por pensar em desistir e seguiu determinado a conseguir um emprego.

Defronte a um enorme prédio, resolveu arriscar. Buscou por vaga em serviços gerais. Antes de falar com a pessoa encarregada, conversou com uma faxineira. Ela indicou a maneira como conversar com o chefe: com humildade e desejo de trabalhar. Concentrado, arranjaram-lhe cinco minutos com Seu Nivaldo Peixoto, um senhor forte e barbudo.

- Boa tarde.
- Tem cinco minutos. – nem sequer olhou para ele.
- Vim à procura de um emprego. Percebi que só tem mulheres na faxina. Creio que precisam de um homem para o serviço mais pesado: carregar caixas, afastar armários, essas coisas.
- Andou o dia inteiro?
- Sim. Estou suado, não?!
- Andou conversando com alguém aqui?
- Sim. – ar de derrotado.
- Gostei de você. Determinado e inteligente. Dar-te-ei um período de estágio probatório. Vá a esta empresa, cadastre-se e entregue este papel ao senhor Mario. Só a ele. Apareça aqui amanhã às oito. Agora vai embora.
- Obrigado, senhor.

A felicidade estava estampada em seu rosto. Saiu andando nas nuvens, agradecendo a Deus. Queria chegar em casa para anunciar as boas novas. Porém, faltava-lhe arranjar o presente da filha.

No caminho, viu uma pequena boneca perfeitamente escondida a entulhos. Retirou-a e percebeu que estava intacta: todos os braços e pernas, inclusive com roupa. Abriu um sorriso.

Horas atrás, passeava uma mãe com a filha. Nervosa, a mãe arremessou a boneca para o alto, como castigo à filha pela sua desobediência. Caíra dentro de um compartimento para entulhos.

Robervaldo parou em um supermercado e pediu duas sacolas, para guardar os presentes. Sem dinheiro, solicitou ao cobrador do ônibus uma carona. Conseguiu até boa parte do trajeto, desconfiados de sua aparência – apesar dos brinquedos à mão. E, de ônibus em ônibus, chegou em casa. Antes de entrar, agradeceu novamente a Deus. Lembrou-se que não havia comido nada durante a tarde. Morria de fome.

As crianças já dormiam, mas ele tratou de acordá-las. Com um sorriso estampado no rosto, falou baixinho a cada uma delas: “Feliz Dia das Crianças”. Os abraços carinhosos completaram o seu dia de glória.

Vencedores

Por Mateus Modesto | Publicado em Esporte, Política | 05/11/2008

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Oooooooobama!!!

Haaaaaaaamilton.

Barack Obama é o novo presidente dos Estados Unidos da América.

O piloto Lewis Hamilton é o novo, mais novo, campeão mundial da Fórmula 1. Na última curva, ultrapassou o carro de Timo Glock e tirou o título de Felipe Massa, que parecia certo – o brasileiro venceu a prova em Interlagos, Brasil, mas a quinta colocação do inglês garantiu-lhe o campeonato.

Desamor – Parte XII

Por Mateus Modesto | Publicado em Capítulos | 03/11/2008

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No capítulo anterior, Ana explicou a Fernanda seu desespero em perder Julio. A irmã aconselhou a esperar em Deus, já que Ele sabe de todas as coisas. E Julio compartilhava com Bruno a hipótese de ir embora para um outro local, recomeçar sua vida.

Bruno dirigiu-se à casa de Julio. No caminho, pensou no que poderia falar para convencê-lo a ficar. Nada lhe veio ao pensamento. Quis telefonar para Ana. E assim fez.

Ao descer do ônibus, correu desesperadamente, imaginando que Julio já estaria de malas postas no carro. Entendia da decisão do amigo, de um momento de reflexão, mas não o apoiava. Respirou aliviado quando o viu lavando o veículo.

Aproximou-se, cauteloso com o falar.

- Como está?
- Bem, muito bem. – com um sorriso sincero.
- Ainda mantém o propósito de viajar?
- Por que mudaria? Uma viagem, um tempo para refletir, um recomeço, sem as mesmas falhas. Em outro local posso ser uma nova pessoa.
- Aqui você pode ser outra pessoa.
- Não. Havendo mudança, as pessoas condenam, quando não o próprio passado, dizendo que há algum interesse, é por um tempo limitado, provocando a desistência. Quero um novo ambiente, Bruno.

Ele ouviu atentamente as explicações do amigo. Percebia a necessidade de mudança. Porém, acreditava que seria preciso apenas um comportamento diferente. Um novo local equivaleria à simples alteração de ambiente. Persistiriam os erros, dúvidas e medos.

- Fique. Tente. Perceba que você é especial… para uns.

Julio estranhou o comportamento do amigo. Bruno não parou de falar. Parecia determinado a evitar a viagem. Cada palavra tocou o seu coração profundamente. Revelava um amor reprimido. Como de irmãos.

Julio apenas ouvia. Bruno calou-se. O silêncio incomodou os dois. Era duro demais desviar o olhar. Cabisbaixos, esperavam um pelo outro. Até quando Bruno resolveu ir embora. Julio o acompanhou com os olhos.
Ana seguia sua vida de mudança. Concentrada nos estudos pela proximidade do vestibular, não se esquecia de Julio. Sabia de seu desejo de ir embora, mas esperou pela resposta de Deus. E não queria comentar a respeito, já que comprometeria Bruno, além de nem ter sido procurada.

Estava só. Luciana e Nívea afastaram-se dela. Não pela decisão espiritual, de seguir a Cristo, mas pela falta de tempo da amiga: estudando, no trabalho, na igreja, com outras amigas. Mas Ana não se preocupava com isso. Era apenas uma fase.
Uma semana se passou. Julio não procurou Bruno, que não procurou Ana. A ansiedade tornou-se descanso. Nesse período, conheceu um rapaz. Pouco mais velho, maduro, bem empregado, elegante. Surgiu de repente, sem ela ter desejado. Seu nome era Vitor. Galã de cinema, diria Nívea.

- Ainda não nos conhecemos.
- Pois é. – nitidamente desajeitada.
- Parece nervosa. Vim em boa hora?
- Claro.

Aqueles cinco minutos pareciam uma eternidade. Quando ele se foi, ficou em seu coração a vontade de continuar a conversar. Mas o culto na igreja já havia começado.

 

O que deve acontecer?

1) Ana deve aproximar-se de Vitor?
2) Ana deve esperar pela postura de Vitor?
3) Ana deve procurar Julio, caso tenha desistido da viagem?

Até próxima segunda-feira.

Porque te amo – II

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 02/11/2008

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Hoje à tarde eu fui assaltado - e quem não foi?. Mas a questão não é esta.

Antes eu sempre orava para que o Senhor me protegesse, não permitisse que fosse roubado – apesar de já ter sido. Quando cheguei em casa, ouvindo “Porque te amo”, de Diante do Trono, o Senhor me fez perceber que eu O amo não pelo que Ele me oferece – a proteção -, mas por Ele ser quem é: lindo, amável, perfeito.

Eu O amo não pelas promessas de bençãos. Eu O amo porque eu simplesmente percebi o que Ele é em minha vida: tudo. Ainda que eu morra, nada poderá me afastar de Seu amor. Ainda que eu perca tudo, nada me afastará do Deus da minha salvação. Porque hoje somos um.

O apóstolo Paulo escreveu em Romanos 8:35-39:

Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? 
Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. 
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. 
Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, 
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.

E como demonstramos este amor? Jesus nos responde que se obedecermos Seus ensinamentos. É só isso. E Ele estará conosco, manifestando Sua glória, eternamente.

Eu te amo, Jesus!

Porque te amo

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 02/11/2008

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“Porque te amo”, nova canção do CD “A Canção do Amor”, do Diante do Trono.

Abaixo, dois vídeos.

No primeiro, Ana Paula Valadão Bessa explica como foi a composição da canção.

Em seguida, Diante do Trono canta no 9º Congresso Louvor e Adoração.

Que lugar poderíamos querer estar, senão com o Senhor? Que lugar é mais doce senão onde o Senhor estiver? Nem com palavras nós podemos medir quão amável é estar ao Seu lado.

E por que eu estaria com o Senhor? Porque Ele é tão doce. Porque Ele é tão maravilhoso. Porque com Ele não há maldade, não há medo, não há frustração. Estar com Jesus Cristo é tão bom. Só há amor, calmaria, vida.

Porque se entregar a vícios e bebidas se com Jesus eu posso viver intensamente? Ah! É tão bom fechar os olhos e contemplar Suas maravilhas. É tão bom deitar e caminhar com o Senhor. É perfeito ser servo do Senhor. Porque não estou por obrigação, mas porque Ele me tornou livre. E, deste modo, querer passar todo o meu tempo.

“Ele me pede para orar em seu nome”, afirma mulher de Romário

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual, Esporte | 02/11/2008

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Globo.com - Isabella, mulher do ex-jogador Romário, espera que ele se torne evangélico e frequente com ela a Comunidade Evangélica Zona Sul, no Rio de Janeiro, na qual ela congrega.

“Ele me pediu para orar em seu nome, mas não virou evangélico. Em nome de Jesus, vai virar. Tenho fé nisso.”

Jesus, o amor

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 01/11/2008

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TV Lagoinha – André Valadão canta “Tu és”, do CD Sobrenatural.

Por que lá fora, se em Deus temos tudo o que precisamos? Por que passamos horas longe dEle, se Ele é tudo o que precisamos? Por que negá-lO, se Ele é amor e vida? Não podemos negar a Jesus por causa de homens.

Jesus Cristo está acima de todas as coisas.