Testemunho – Pierre
Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 20/12/2008
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Testemunho de Pierre, jogador do Palmeiras.
Testemunho de Pierre, jogador do Palmeiras.
- É verdade. Por que mentiria para você?
- Não sei. Para me impressionar, talvez.
- Não preciso disso. Basta eu dizer meu salário.
Ela não riu. Ele ficou envergonhado.
- Desculpe-me! Eu não quis ofender. Foi uma piada.
- Sei que foi uma piada. Mas não entendi.
Ele coçou a cabeça. E o queixo. E a testa. Assoviou e cantarolou. Tudo para não se questionar o porquê da insistência em conquistar aquela garota. Bonita e de belo corpo. Sim. Mas nada de interessante quando abria a boca. Uma balança em desequilíbrio. Contudo, ganhava a beleza.
A música ao fundo convidava casais ao salão. Ele ficou receoso. “Será que ela dança em par? Será que curte pagode? Que faço aqui?”.
- Quer dançar?
- Não. Eu sei cantar. – enfática.
Ele ficou em silêncio, raciocinando.
- Quem não sabe cantar, dança!
- Aaaah! – ele quis se matar.
A música corria sozinha. Ele desejava uma dança. Ao menos uma. Nada mais. Dois passos, aqui-ali-aqui, gira-um-dois-gira-três-quatro… amava dança de salão.
O refrigerante com gelo e limão que pedira já estava quente. A conversa estava desanimada. Uma mulher bonita, sem cérebro, é incompleta. Desejava sair, sem saber como.
- Sim… Você é programador.
- Isso.
- E qual programa você apresenta?
- Sou programador PHP.
- Qual canal???
- Entende de tecnologia de informação?
- Li algo sobre televisão digital no Brasil, mas não estou inteirada.
- Não é isso. Eu faço sites, sistemas, desenvolvo isso numa linguagem PHP.
- Ah! Quando era criança sabia isso.
- Mesmo? – interessou-se.
- Espera… Vopa cêpê épi umpo rapu pazpa inpe tepi respo sanpu tepa.
- Que é isso? – confuso.
- Bom, não lembro se era bem assim. A língua do P, menino!
Ele coçou o queixo, a testa, as bochechas. Apertou as mãos, inclinou a cabeça e fechou os olhos, como se rezasse. Contou, em silêncio, até 20. Respirou. Ouvia a música que tocava. Desejou expulsar o DJ dali.
Abriu os olhos. Observou a menina. Um sorriso bonito. Desejou esganá-la.
- Você usa internet, suponho. Acessa o Orkut, não é mesmo?
- Sim. Amo!
- Então, eu faço isso.
- Orkut?
- Site.
- Mas Orkut não é uma rede de relacionamentos?
A noite parecia conspirar contra ele. “Por que estava ali?”. Entrara naquele local para comer algo. Tudo acontece de uma forma inesperada, às vezes. E incompreensível.
- Sou web designer.
- Sou Carla Magnólia, prazer! Pensei que não me diria seu nome…
Ele levantou-se. Estendeu a mão e deu um romântico beijo em sua face. Agradeceu pela noite maravilhosa e interessante. Inventou uma desculpa, para que ela não se sentisse constrangida, e se encaminhou à porta. Saiu abismado. E não olhou para trás.
Mais crônicas podem ser lidas em O Guaruçá, a revista eletrônica de Ubatuba, São Paulo. toda semana estou por lá.
No capítulo anterior, Julio, Ana, Vitor e Bruno assistiram ao filme no cinema. Logo após, saíram para uma conversa e um sorvete. Julio aceitou contra sua vontade. Antes de ir, convidou Ana para sair.
Julio não imaginava que Ana pudesse aceitar o convite. Na verdade, agiu por impulso. Queria, diz para si mesmo, estar com ela sem indicar isso. No entanto, o encontro estava agendado para daqui a três dias.
Ana conteve-se. Não era um encontro – pensava assim. Seria a oportunidade de descobrir o que Julio realmente queria. Ainda agia como uma adolescente de 16 anos. Sonhava com o momento, preparava-se psicologicamente, orava com fervor. Tudo para não ser enganada.
Vitor telefonou para Ana. Não havia resposta. Insistiu por dias. Em vão. Decidiu ir visitá-la.
- Oi!
- Oi. – surpresa.
- Não retornou minhas ligações.
- Desculpe.
- Algum problema?
- Não, não. E com você?
- Nada. Você está…
- Estou… – forçou um sorriso.
- Fiz algo de errado? Estou indo depressa, ou…
- Depressa? Mas você nem… Digo, está… o que quer saber?
Vitor sabia que Ana ainda pensava em Julio. Desconhecia a exata satisfação que havia. Porém, incomodava-se com ele. Não pela pessoa, mas em relação ao sentimento que ela poderia ter pelo ex-namorado.
O celular de Ana toca. É Julio.
- Sim? – fria.
- Poderia passar aí. Tudo bem para você?
- Não! – gritou. Melhor não… – acalmando a voz.
Julio ouviu a voz de Vitor. Não conseguira escutar perfeitamente, mas identificou pelo sotaque. Entristeceu-se.
O espetáculo começaria às 20h. Era quase isso. Haviam marcado 19h30. Julio passou a dar vida aos seus pensamentos. Seu plano começou a ser frustrado. “Ele virá. Ela não virá. Ela vai me ligar dizendo que não poderá vir. E ainda dará uma péssima explicação”.
Passos agitados, nervosos, amedrontados. O suor descia pela sua testa. A respiração acelerada, como se estivesse correndo. A noite escurecia. E terminava.
Ana apareceu no teatro. Sozinha. Esperou. Nem sinal de Julio. Temeu que ele já estivesse entrado – extrapolara o horário. Chorou quando soube que havia ido embora.
Sentou na calçada e chorou baixinho. “Meu erro! Meu erro!”. Uma fina chuva iniciou-se.
Termina aqui a primeira parte de Desamor. Sugestões para a continuação, façam um comentário.
Na primeira segunda-feira de janeiro estarei de volta.
IG Esportes – O Corinthians terá de aumentar o custo dos ingressos das cadeiras numeradas para poder pagar ao jogador Ronaldo, recém-contratado, R$ 400 mil por mês.
De cada ingresso, o Fenômeno levará R$ 20.
O restante do pagamento será da publicidade nas mangas e calções do uniforme.
Leia reportagem completa aqui.
A porcentagem da publicidade é 80-20, pesando para o lado do jogador. Óbvio!
Até próxima quinta-feira, dia 18 de dezembro, acontece o 7º Festival Varilux de Cinema Francês em Salvador.
Todas as exibições serão às 18h30 (6 e meia da tarde) e às 21h (9 da noite), apenas nas salas do UCI Aeroclube.
Confira a programação completa.
Sábado, 13 de dezembro
Felix e Lola – 18h30
2 em 1 – 21h
Domingo, 14 de dezembro
2 em 1 – 18h30
15 anos e meio – 21h
Segunda-feira, 15 de dezembro
15 anos e meio – 18h30
La Belle Personne – 21h
Terça-feira, dia 16 de dezembro
Beijo na boca, não! – 18h30 e 21h
Quarta-feira, 17 de dezembro
Elogio ao Amor – 18h30
Atrizes – 21h
Quinta-feira, 18 de dezembro
Atrizes – 18h30
Elogio ao Amor – 21h
UCI Aeroclube – Avenida Octávio Mangabeira, 6000, Boca do Rio – 3418-8000
Qualquer alteração na programação é de responsabilidade dos idealizadores do evento.
Hoje, dia 13, o Festival Varilux de Cinema Francês apresenta ”Felix e Lola”, às 6 e meia, direção de Patrice Leconte. Às 9 da noite, “2 em 1″, drama de Nicolas Charlet e Bruno Lavaine. No Aeroclube.
Amanhã, domingo 14, o filme “2 em 1″ será às 6 e meia da tarde.
Sinopse dos filmes:
Felix e Lola – Profissional de um parque de diversões conhece Lola, uma jovem triste e silenciosa. Ao se apaixonar por ela, percebe que há um mistério envolvendo seu passado.
2 em 1 – Gilles Gabriel, ex-cantor de sucesso, morre num acidente automobilístico com Jean-Claude Ranu, um funcionário público solitário e anti-social. O espírito de Gilles, revoltado, resolve ocupar, também, o corpo de Jean-Claude e transformar a vida dele num inferno.
Site oficial do Festival.
UCI Aeroclube – Avenida Octávio Mangabeira, 6000, Boca do Rio – 3418-8000
Testemunho do cantor evangélico Kleber Lucas.
Parte 1
Parte 2
Glorifique o Senhor pela transformação em sua vida.
Grande festa para receber um dos maiores jogadores da história. Ronaldo Nazário de Lima, o Fenômeno, jogará pelo Sport Club Corinthians Paulista na temporada 2009.
Alguns comentaristas acreditam que a aposta foi arriscada, pois o jogador não atua desde fevereiro deste ano, quando sofreu uma contusão jogando pelo AC MIlan, da Itália. O Fenômeno não joga sete partidas seguidas desde 2004, quando estava no Real Madrid, da Espanha.
Mas, assim como em 2002, ele estava desacreditado e desbancou atacantes na Copa do Mundo do Japão/Coréia do Sul, levando o Brasil ao pentacampeonato.
O que o Corinthians fez jogada de marketing: conseguiu tirar as atenções da imprensa do São Paulo, após o hexacampeonato brasileiro.
O Corinthians fez uma contratação de peso! - literalmente. Nenhum outro clube poderá fazer…
Gozações à parte, que Ronaldo recupere seu excelente futebol. Mas não ganhe títulos.
A fila chegava a uns 30 metros. E não seria exagero. Mulheres, crianças, velhos e homens esperavam em pé, ou sentado, pela famosa e deliciosa pizza da casa número 25. Todas as noites eram assim.
Miguel passava pela rua quando viu a multidão. Mudara seu itinerário por uma questão simples: ali poderia consertar sua bicicleta. Apavorou-se de imediato. Quando viu o anúncio em letras garrafais, porém, animou-se: “Pizza de graça – sexta”. Daqui a dois dias.
O pequeno ajudante de pedreiro terminou seu percurso, já com a bicicleta consertada, e agendou em sua cabeça. O sorriso tomou conta de sua face. Homem para gostar de comer era aquele. Sentia prazer, entrava em júbilo, dançava e cantava quando se empanturrava. Os olhos cresciam, a boca ficava inquieta, as mãos trêmulas. Geralmente não se comportava de modo adequado nessas horas.
O serviço na obra foi dos mais duros naqueles dias. E ele glorificou ao Senhor por isso. Mais trabalho, mais fome. Precisava recompor-se na sexta-feira. E faria com imensa alegria.
- Não vai levar a marmita? – espantou-se a esposa.
- Não, hoje não.
- O nome dela?
A esposa desconfiou que Miguel a estivesse traindo. Não levar almoço significava, para ela, que ele estava comendo em outro lugar. Com fome ele não ficava. Não suportava. Além disso, não trabalhava e era um mau humor irritante.
- Vou fazer apenas um lanche. Porque, de noite, eu e você, meu amor, vamos comemorar.
- Comemorar o quê?
- Nossos anos de casamento.
- Mas nem é o mês de casado.
- Não importa. Encontraremos outra justificativa, então. Esteja pronta às sete. Vou buzinar…
- Vai ganhar um carro?
- …com a bicicleta. – irritou-se.
O dia passou uma maravilha. Miguel trabalhou, empenhou-se, ajudou mais do que o normal. Surpresa para todos. Cada hora a menos era uma alegria para o excelente ajudante de pedreiro. Até que a noite chegou.
Correu até em casa. Buzinou. A esposa estava elegante: um lindo vestido preto e uma sandália prata; perfumada e com os cabelos penteados de modo nunca já visto. Ele deu um beijo e mordeu seus lábios. “Linda!”.
A casa 25 estava lotada. Como de costume. Ele sentou-se nas cadeiras espalhadas pela calçada. Parecia dia de festa. A mesa ao lado estava cheia de crianças. “Odeio meninos”, pensou. “Pegam tudo e não comem nada”.
Levantou-se e foi ao balcão fazer o pedido.
- Oi! Boa noite. Eu quero oito pizzas.
- Oito?
- Pouco? – assustado.
- Não, não… Sabores?
- Variados. Menos de milho e presunto. Da brotinho.
- Como!? – a mulher se ofendeu.
- A pizza pequena. “Brotinho” o nome, não é!?
A noite correu maravilhosa. Risos e gargalhadas. Os dois beijaram-se e conheceram novas pessoas. Umas novas no bairro, outras nem tanto. A conversa era interessante, até que um comentário fez esvair toda alegria de Miguel.
- A pizza de Graça é deliciosa, não!?
- Sim. Esse projeto que ela faz nos bairros, diminuindo o preço da pizza e mantendo a qualidade, é perfeito para nós. – riu.
- Como assim? É de Graça? Não é de graça?
- Anh? Não entendi a piada…
- Piada vocês contaram. Quer dizer que vou pagar pelo que comi?
- Não é óbvio?
Miguel começou a suar. Ficou impaciente. A esposa não havia entendido ainda. Ele cochichou em seu ouvido e pediu que ela fosse ao banheiro e, de lá, descesse para casa. Mesmo temendo uma loucura do marido, fez conforme ele falara.
Quase onze da noite, Miguel aparece. A roupa estava rasgada, o cabelo sujo de areia e folhas e a bicicleta quebrada. Ela o abraçou fortemente. Sabia que deveria ter ouvido seu instinto feminino.
- Que aconteceu?
- Nada. – calmo. Desci ladeira abaixo quando fugia do cachorro que a dona da casa soltou em cima de mim. Eu propus lavar os pratos, reformar a cozinha dela, limpar o quintal. Ela disse que eu deveria ir dar comida ao cão.
- E?
- Disse “sim”. E lá veio o bicho, feito touro. Só deu tempo de montar na bicicleta e pedalar. Acabei perdendo meu sapato.
- Meu querido!
- Eu fiquei mais frustrado porque deixei cair a última fatia da pizza… Que mole!
Mais crônicas podem ser lidas em O Guaruçá, a revista eletrônica de Ubatuba, São Paulo. Toda semana estou por lá.
No dia 13, próximo sábado, a Missão Portas Abertas estará no Programa Raul Gil, na Rede Bandeirantes, dando depoimento sobre a cantora evangélica e embaixadora brasileira da Igreja Perseguida, Fernanda Brum.
O Irmão André, fundador da Missão Portas Abertas, participará também.
Hoje, dia 10, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 60 anos.
Assinada em 1948, constitui-se como um dos documentos básicos das Nações Unidas. Em seu artigo 18, ela cita:
“Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, em público ou em particular.”
Mas não é o que acontece atualmente, principalmente em relação à liberdade de religião. Novas leis em discussão na Ásia Central põem em xeque a livre manifestação de sua crença.
De acordo com a Missão Portas Abertas, a lei, ainda não disponível, indica que “qualquer organização religiosa que quiser permissão para atuar terá de ter, no mínimo, 200 membros, cuja identidade deverá ser confirmada pela administração local”. Maior obstáculo dos grupos cristãos, geralmente pequenos. Também são proibidas ações agressivas com fins evangelísticos – conversão de pessoas de uma fé para outra – e proibição de discipulado individual, distribuir publicações e materiais audiovisuais religiosos em locais públicos, como ruas, parques, casas, instituições infantis, escolas e instituições de educação superior. (leia a reportagem)
Além disso, Coréia do Norte, Arábia Saudita e Irã lideram a lista dos países de maior perseguição religiosa, segundo o Portas Abertas. (veja o quadro)
Leia a Declaração Universal dos Direitos Humanos aqui.
Veja abaixo o vídeo do Irmão André, fundador da Missão Portas Abertas, a respeito dos Direitos Humanos.
No capítulo anterior, Julio planejou um encontro com Ana, sem ela saber. Mas não foi como o previsto: Vitor estava lá.
Os quatro entravam na sessão de cinema. O filme escolhido fora ação – único no horário que podiam.
Julio mal prestou atenção ao enredo. Observava a mão de Vitor e a de Ana. Soltava uns gritos e comentários para quebrar um possível clima – o que não existia com sons de tiros e explosões.
Bruno não atentava a nada. Apenas observava o filme. Nem percebia a intenção do amigo.
Após o filme, os quatro pensaram em alguma coisa para terminar o dia. Enquanto Ana e Vitor combinavam um sorvete, Bruno queria ir ao parque. Julio não tinha idéia. Mas sabia que uma sugestão interessante, naquele momento, poderia salvá-lo. Porém, nada veio.
- Então, Julio? Vai conosco?
- Não. – falou sem pensar.
- Não?
- Não. – desanimado com o desenrolar da tarde.
- Por quê? – preocupou-se Ana.
- Porque eu apareci de repente. Vocês tinham planejado uma tarde, e comigo foi outra. Creio que já dei trabalho por hoje.
- Mas você não… – mediu as palavras.
- Que é isso, varão! Venha conosco. Será um prazer.
Julio não queria bancar o dramático. Se continuasse a negar, implorariam até que ele mudasse sua decisão. Resolveu acompanhá-los. Mas disposto a deixá-los em certo horário.
A noite corria agradável. Menos para Julio. A amizade de Ana e Vitor o incomodava. Tomara seu sorvete sem muito ânimo. Observava a conversa sem entusiasmo.
- Preciso ir.
- Já?
Julio despediu-se sem grandes cerimônias. Ana ficou sentida.
- Poderíamos…
- Claro. Você tem meu telefone. A propósito, haverá uma peça de um amigo no sábado. Se quiser ir…
O que deve acontecer?
1) Ana deve aceitar e ir com Julio?
2) Ana deve aceitar e ir com Julio e vitor?
3) Ana deve decidir-se em relação aos seus sentimentos e tomar uma postura madura?
Até próxima semana.
Ninguém imaginou que uma Dinamite em São Januário traria uma explosão tão catastrófica.
Ninguém imaginava que Renato Gaúcho realmente poderia brincar no Campeonato Brasileiro.
Ao final de 38 partidas, figura entre os quatro times rebaixados.
Apenas quarenta pontos, em 114 disputados. Segunda pior defesa: 72 gols sofridos.
O Club de Regatas Vasco da Gama terá de navegar por mares nunca dantes explorados por ele.
Em Deuteronômio 18:22 a bíblia diz:
“Se o que o profeta proclamar em nome do SENHOR não acontecer nem se cumprir, essa mensagem não vem do SENHOR.”
Hernanes, jogador do São Paulo, rebatendo a “profecia” do técnico do Goiás, Hélio dos Anjos, ao afirmar que ao Grêmio bastava vencer seu duelo para ser campeão, desprezando o time tricolor, disse:
“Já foi profetizado”.
O São Paulo tornou-se campeão brasileiro ao vencer o Goiás por 1 a zero. E entra para a história como primeiro hexacampeão, sendo tricampeão consecutivo (1977-1986-1991-2006-2007-2008).
Folha Online – Os impactos de meteoritos nos oceanos da Terra podem ter causado a formação de moléculas orgânicas que mais tarde originaram a vida, de acordo com um artigo publicado neste domingo pela revista científica britânica “Nature Geoscience”.
Embora muitos dos elementos necessários como pontos de partida para a existência de vida estarem presentes na Terra, se desconhece como se organizaram nos chamados blocos de construção da vida.
Após simulação de impacto, os cientistas concluíram que a colisão nas massas de água da Terra podem ter contribuído para a criação de moléculas orgânicas complexas que formaram as bases da vida.
Leia reportagem completa.
Gênesis, capítulo 1 – O Princípio:
“No princípio Deus criou os céus e a terra. [...] ‘Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça a parte seca’. [...] ‘Cubra-se a terra de vegetação’ [...] ‘Encham-se as águas de seres vivos, e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento do céu’ [...] ‘Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança’.”
João 1:3:
“Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.”
Apocalipse 4:11:
“Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.”