Futebol e Deus
Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 30/07/2009
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Li hoje no blog de Juca Kfouri, publicado na Folha de São Paulo.
(Não vou colocar todo o texto. Para lê-lo completo, clique aqui)
Deixem Jesus em paz
[...]
Respeito que preservo, apesar de, e com o perdão por tamanha digressão, me pareça pecado usar o nome em vão de quem nada tem a ver com futebol, coisa que, se bem me lembro de minhas aulas de catecismo, está no segundo mandamento das leis de Deus.
E como o santo nome anda sendo usado em vão por jogadores da seleção brasileira, de Kaká ao capitão Lúcio, passando por pretendentes a ela, como o goleiro Fábio, do Cruzeiro, e chegando aos apenas chatos, como Roberto Brum.
Ninguém, rigorosamente ninguém, mesmo que seja evangélico, protestante, católico, muçulmano, judeu, budista ou o que for, deveria fazer merchan religioso em jogos de futebol nem usar camisetas de propaganda demagógicas e até em inglês, além de repetir ameaças sobre o fogo eterno e baboseiras semelhantes.
Como as da enlouquecida pastora casada com Kaká, uma mocinha fanática, fundamentalista ou esperta demais para tentar nos convencer que foi Deus quem pôs dinheiro no Real Madrid para contratar seu jovem marido em plena crise mundial.
Ora, há limites para tudo.
[...]
Infelizmente, quem detém a “fala” são ateus ou agnósticos. Acima está a opinião de um dos mais respeitados jornalistas esportivos do país. Mas não tem sabedoria.
A Palavra diz que o princípio da sabedoria é o temor a Deus. E Deus é vivo. Ele ouve, responde, dá-nos direcionamento e entendimento. Ele é quem nos dá alimento, dinheiro, carros, casa, casamento e filhos. É Ele, através do sangue de Jesus Cristo, quem nos dá a vida eterna.
Futebol pode ser um instrumento usado por Deus para manifestar Sua glória. Assim como o basquete, o golfe, o pólo aquático. Pode ser através do crescimento de uma empresa, do surgimento de uma grife de camisas ou até da eleição de um governante. Deus manifesta Seu poder e Sua existência a todo o instante.
Infelizmente, quem detem a “palavra” são pessoas como Juca. Pessoas que nos fazem questionar a existência de Deus. Pessoas que nos dizem que Deus pode até existir, mas não quer contato com o ser humano, porque um dia, no Jardim do Éden, ele O frustrou. Pessoas que nos dizem que há coisas mais importantes para pensar e se preocupar.
A Palavra diz: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas as outras coisas serão acrescentadas”. Também nos diz para darmos graça em tudo, por tudo.
A bíblia nos diz que seremos chamados de loucos. Loucos por acreditar no que não vemos. Loucos por difundir o que ainda não aconteceu. Loucos por amar alguém que nunca viu.
Não li ou ouvi comentários semelhantes quando os jogadores do Egito, na Copa das Confederações deste ano, em comemoração aos gols, ajoelharem-se no chão. Estavam a rezar, reverenciar o deus deles, ou apenas a beijar o gramado?
Se Kaká, a mulher dele, Roberto Brum, Lúcio, Fábio, Zé Roberto, Jorginho e tantos outros professam seu amor e crença ao único Deus, louvemos ao Senhor por isso. E se tantos excelentes profissionais não crerem que Jesus Cristo é o Senhor, pouco importa. Busquemo-lo assim mesmo, porque, no fim, receberemos a Coroa da Vida.

