
Nesta semana, grandes jornais impressos, televisivos e da web, nacionais e internacionais, repercutiram as acusações da Justiça em relação à lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e desvio de ofertas e dízimos do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus.
Cabem à Justiça e à defesa resolver essa questão.
Não é novidade toda essa desconfiança. Há muito se fala sobre o poder de persuasão dos pastores da IURD. É relógio, bracelete, anel de ouro, chaves de carro que as ovelhas ofertam. Alguns chegam a entregar todo o salário para a Igreja. E muitos, sejam cristãos ou não, criticam tal atitude.
Verdadeiramente, quem mais perde é o povo, que vê com mais desconfiança o papel de igrejas evangélicas. E sem a confiança necessária para acreditar nos pastores, diminui o desejo de ouvir sobre Jesus Cristo. Sem ouvir sobre o Deus verdadeiro, a salvação se torna mais longe.
Foi assim com a Igreja Renascer em Cristo e as acusações contra os bispos Estevam e Sônia Hernandes, na ocasião da não declaração de US$ 56,5 mil em dinheiro quando entravam nos Estados Unidos – pena que já cumpriram -, e agora com Edir Macedo, da Igreja Universal. Sem contar o simples fato de dizimar e ofertar, que o mundo acha que é dar dinheiro para pastor.
Cada dia que passa, as acusações, verdadeiras ou não, chegam como um desafio ao evangelho.