Escritor pede fim à programação religiosa em TVs e rádios
Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual | 15/09/2009
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Não bastasse o diretor de arte do SBT, Guilherme Stoliar, reclamar junto ao Ministério das Comunicações acerca da programação evangélica nas televisões, o escritor Régis Bonvicino apresenta um pensamento semelhante.
Em texto para o Último Segundo, Bonvicino indigna-se com a locação de horários nas principais emissoras de televisão do país. Ele defende o direito de ateus e agnósticos não serem incomodados com as ministrações religiosas de pastores, espíritas e padres na televisão e rádio. “Emissoras religiosas deveriam estar fora do ar”.
Fazendo menção à Constituição, o escritor afirma que uma rede de TV tem uma concessão para veicular sua programação, mas ela não é dona, já que, se um canal usar da ilegalidade para fins diversos, o Estado pode não renovar sua permissão.
“Caso o Ministério das Comunicações verifique que uma emissora fez, por exemplo, uso do canal para fins ilegais, pode se recusar a renovar a concessão ou mesmo cassá-la antes de novo escrutínio. É mais fácil existir marcianos na Lua do que o Estado brasileiro enfrentar as redes”.
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