TRISTE FIM – Publicado!
Por Mateus Modesto | Publicado em Crônicas | 28/09/2008
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17/10 – Meu ilustre primo Vinicius Cruz, webdesigner-master-creater, disse-me que eu preciso mudar os títulos, para uma melhor busca no Google.
Como alguns sabem, semanalmente eu publico crônicas na revista eletrônica O Guaruçá. Sou colunista regular há alguns meses. Para a glória de Deus.
Mas, antes disso, alguns textos já eram publicados no site Comunique-se. E sexta-feira mais um foi lá postado. Para a glória de Deus. Alegre-se comigo. Ueba!!! (“Ueba” é uma expressão antigona, né!?)
Reformulando…
Mas, antes disso, alguns textos já eram publicados no site Comunique-se. E sexta-feira mais um foi lá postado. Para a glória de Deus. Alegre-se comigo. Iabadabaduuu!!! (melhorou?)
Não havia ninguém acima dela naquele dia. Estava levemente sensual. Totalmente charmosa. Feita para ser admirada. Não se sabia o que a motivou naquela produção. Todos reconheciam sua majestade.
Do início ao fim da rua, os homens ficavam boquiabertos. As mulheres, mordendo-se de ciúmes. Algumas até elogiavam, mas em pensamento. Carros andavam mais devagar, o sol perdera sua extrema temperatura, as nuvens rendiam-se à sua beleza. As árvores balançavam em harmonia com o vento, os pássaros cantavam mais alegres, as borboletas improvisavam um balé no ar. Tudo estava perfeito.
Ela andava sem pressa. Apesar de olhar para baixo, percebia o que acontecia ao redor. Não conseguia esconder seu sorriso. E que sorriso! Seus deslumbrantes olhos verdes combinavam com sua pele, com sua maquiagem, com a cor do cabelo… Detalhes encaixando-se romanticamente. Seu perfume, a maciez da pele, o formato do rosto. As mãos lisas, os pés pequenos, o corpo desenhado. E ela seguia devagar, graças ao salto, que não a permitia extrapolar na velocidade.
A rua alongava a cada passo seu. Como uma passarela sem fim. Até a lua surgira – não queria perder o espetáculo. E uma linda e reconfortante música, com sua melodia preenchendo o momento com um toque de delicadeza.
Mas tudo tem um fim. E o dela chegou ao final daquela rua. Infelizmente.
Seus olhos resolveram vistoriar o espaço. E seu rosto foi elevado até seu nariz. Dessa forma, o trono começou a ruir. Os passos não estavam mais suntuosos. Seus pés pisavam com rudez. O sorriso, agora sinistro, perdia seu brilho, juntamente com a nobreza de seu rosto.
Mais à frente, inadmissível, um pequeno e poderoso buraco. Mal de toda cidade. A imponência da bela dama se esvaiu. E sentiu na pele as marcas da soberba. A humildade ainda continua sendo a maior das belezas.



