Novela das 6

Por Mateus Modesto | Publicado em Humor | 15/10/2008

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UOL – “Negócio da China” tem pior audiência da história e já afeta “Três Irmãs”

A média foi de 15 pontos nesta quarta-feira (15). Desde o início, a novela das 18h só vem caindo no ibope.

Que negócio da China!

Mas se for da China mesmo, não vai durar mais que três meses…

Por enquanto está só nas irmãs. Quero ver quando afetar a família inteira!

Festival de Cinema

Por Mateus Modesto | Publicado em Novidade | 15/10/2008

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Está acontecendo em Salvador, Bahia, o 5º Festival Cinema de Arte de Salvador. Mostras do cinema nacional e internacional vão até o dia 23 de outubro. “O intuito é celebrar o audiovisual nacional, quer seja homenageando obras importantes, quer seja difundindo novidades produzidas por jovens artistas”.

Os filmes serão exibidos na SaladeArte - Cinema da Ufba, SaladeArte – MAM, SaladeArte – Cinema do Museu e na SaladeArte – Aliança Francesa.

A programação dos filmes pode ser conferida aqui.

Ainda tem também um bate papo com cineastas, produtores, atores e professores. Destaques para a conversa com Selton Mello, hoje (dia 15), diretor de “Feliz Natal”, depois da sessão, que começa às 15h 30 no Cinema do Museu, e Rita Cadillac, dia 17, estrelando “Rita Cadillac – A lady do Brasil”, às 20h 10. Tem Leandro Colling, pesquisador e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), dia 21, com “Baby Love – A reformulação do conceito de família” – atento porque ele foi professor na faculdade onde me formei.

Esta programação está em Cine Papo.

Para acessar a home do Festival, clique aqui.

Os ingressos são de R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia) para as salas da Aliança Francesa, do Museu e da UFBA, exceto nesta para alunos e professores, que fica por R$ 4. E este é o valor, único, na sala do MAM.

Endereços e telefone:

SaladeArte – Aliança Francesa: Av. 7 de Setembro, 401, Vitória (3237 – 9681)

SaladeArte – MAM: Av. Contorno, s/n, Solar do União (3336 – 5727)

SaladeArte – Museu: Av. Sete de setembro, s/n, Corredor da Vitoria – Museu Geologico (3338 – 2241)

SaladeArte – UFBA: Pavilhão de Aulas da Canela – PAC. Av. Reitor Miguel Calmon, s/n. Vale do Canela (3237 – 9681)

 

Qualquer erro ou informações adicionais, bem como sugestões de filme, por favor, escrevam-me.

Eleições 2008 – São Paulo

Por Mateus Modesto | Publicado em Política | 15/10/2008

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Noivas aparecem na Avenida Paulista, em São Paulo, pedindo por voto consciente.

A campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encaixa-se perfeitamente: “Quatro anos é muito tempo”. Tanto para um má escolha nas eleições como para o casamento, o que, aliás, é para sempre.

Foto: David Xavier/ Agência Estado

RACIOCÍNIO LÓGICO – Publicado!

Por Mateus Modesto | Publicado em Crônicas | 14/10/2008

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17/10 – Meu ilustre primo Vinicius Cruz, webdesigner-master-creater, disse-me que eu preciso mudar os títulos, para uma melhor busca no Google.

Talvez algum de vocês já tenha lido esta crônica no site Comunique-se ou no O Guaruçá. Para quem não leu, a oportunidade de lê-la.

Para alguns é precipitação. Para outros, rapidez de pensamento. A Palavra diz que é estupidez. Aquele que responde antes de ouvir pode ser envergonhado ou tornar-se um vencedor – neste caso, lembremos de gincanas televisivas. Mas se faz isso não apenas com palavras, com ações também. Depende muito das circunstâncias.

Dona Maria, faxineira e mãe de seis filhos, é daquelas mães que educam o filho à base da fivela. Não que espanque ou torture suas crianças, mas com ela não tem meia conversa. Dizem que é extremamente grosseira e louca, está fora dos padrões intelectuais de educação impostos na atualidade. Sua ordem só se escuta uma única vez. O melhor é obedecê-la. E os meninos sabem bem disso. Se está errada ou não, basta analisar o número de adolescentes “perdidos” em seu bairro.

Rodolfo, o mais velho, de 12 anos, conhece o poder da mão de sua mãe. Sua voz, quando brada, estremece-o por completo. Não ousa desafiá-la. Respeita-a e a ama. É o filho querido, mas isso não significa que tenha alguma regalia quando errado. O que é comum, principalmente na escola. Ou melhor, fora comum.

Bela manhã de quarta-feira. A escola, toda ornamentada, preparava-se para uma apresentação dos estudantes, em comemoração ao Dia do Professor. Rodolfo era o organizador de sua turma. Suou durante todo o mês de setembro, buscando uma qualidade tanto na peça de teatro quanto no figurino dos colegas. O esforço resultou em uma imensa salva de palmas e gritos de júbilo. E rendeu-lhe um comunicado para seus pais, convidando-os para visitar a escola. Era tudo o que ele queria: seria sua consagração.

Todo contente, subia a última das três ladeiras do caminho para casa. Na semana foi repreendido por brigar com um rapaz. E intimidado pela mãe para que não acontecesse novamente. No mês anterior, uma confusão envolvendo seu nome deu-lhe como recompensa um castigo de cinco dias, além das temidas chineladas. Hoje, redimido, esperava por longos abraços e uma sobremesa individual: chocolates. Mas, para sua infelicidade, sua mãe não estava de bom-humor.

Ainda pela manhã, seu segundo filho, Rogério, discutiu com a professora e tomou uma pequena suspensão de aulas. Dona Maria teve de ir até a escola ouvir a direção e levar o menino para casa, para aplicar-lhe uma pisa – uma surra. E o mais novo, Romildo, quebrara um pequeno adorno em casa – um vaso de flores de grande valor sentimental. Desse modo, sua paciência esgotara-se.

Rodolfo foi entrando sem cerimônia. Assoviando, dirigiu-se à cozinha. Encontrou sua mãe sentada na cadeira, passando um sermão para os demais filhos. Todo orgulhoso, ele cortou a conversa da mãe – um erro fatal – e emendou:

- A diretora quer ver a senhora amanhã. – e abriu um sorriso.
- Para quê?

Antes que ele pudesse responder, sua mãe levantou-se com um dos tamancos na mão e tratou de acertá-lo ali mesmo. O pequeno garoto não tentou defender-se: apenas correu, largando o convite no chão. Antes de sumir pela casa, não escapou da pontaria da mãe: no meio das costas.

No papel não havia nada dizendo o assunto. Passados alguns minutos, Rodolfo voltou, explicando, ao longe, do que se tratava. Desajeitada, Dona Maria criticou-o:

- E por que não me falou logo?

Ele apenas abaixou a cabeça. Não ousou responder-lhe.

Desamor – Parte X

Por Mateus Modesto | Publicado em Capítulos | 13/10/2008

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No capitulo anterior, Julio desistiu de ir embora da festa e conversou com Ana. Confuso, não se estendeu na conversa, mas deixou claro que poderiam sair juntos, juntamente com Bruno e Luciana. No dia seguinte, Ana fez o convite.

Julio abriu um sorriso, mas depois ficou preocupado. Não sabia se realmente havia interesse de reatar o namoro com Ana. E não queria iludi-la. A mensagem que recebera vinha cheia de “mimos”. O que não cabia nesse momento.

Ele passou a manhã inteira pensando em como responder. “Aceitar ou não aceitar? Eis a questão!”, pensava defronte ao espelho do banheiro. Não era uma atitude simples. Nem muito difícil. Porém, qualquer uma implicava em uma reação desconfortante.

- “Sim, eu vou”. – falava consigo. – Ela imagina que eu a quero e fica me ligando o tempo inteiro. “Não vou”. Ela fica na dúvida e diz que estou brincando com seus sentimentos.
Ana havia conversado o mesmo assunto com todas as suas amigas. E todas reprovaram a sua ação – mandar a mensagem no dia seguinte. Entenderam como um desacordo – visto que ela não consultou ninguém – e uma declaração explícita de amor a ele – o que não cabia. Restou a elas organizarem um plano de salvação.

Primeiro passo: Instruíram-na que não poderia esboçar reação exagerada e comprometedora nas mensagens. Não poderia responder de imediato, muito menos com uma ligação. Mais de três linhas é carta.

- Aninha, nada de restaurante com pouca iluminação. Prefira um barzinho com muito barulho.
- Nem pense em cinema. Nem em teatro. Muito menos museu.
- Ah! Barzinho com som ao vivo não rola. Podem tocar uma música romântica, bater um clima e… você estraga tudo. Pode rolar só naquele momento, entendeu?!
- Entendi, entendi… – aparentemente nervosa.
Bruno ficou animado quando soube do encontro que teria com Luciana. Mal podia agüentar-se em pé. Fazia planos para um futuro muito próximo: viagens, cinemas, casamento, filhos. Ria como uma criança. Julio não aprovava tal reação.

- Lembre-se que sairei com Ana. Não sei se…
- Podem ser amigos. Você já a perdoou. O problema também é que você não quer sair com mais ninguém. O relacionamento acabou há… sei lá, seis meses?
- Oito.
- Oito meses! Fazemos assim. Saímos nós quatro. Eu convido um particular com Lu e você dá o fora nela. Combinado?

Julio não respondeu. Sua mente trabalhava com inúmeras possibilidades. Queria apenas sair daquela situação, sem se machucar novamente. Desejou não ter criado tudo aquilo. Apesar de estar na dúvida quanto a Ana. Afinal, passaram-se os meses e ela parecia ter mudado, além de estar mais bonita.

À tarde, pegou o celular e escreveu uma mensagem aceitando o convite. E ficou na expectativa.
Ana recebeu a mensagem sem euforia. Leu-a e, imediatamente, as recomendações das amigas vieram-lhe à memória. “Não pode, não faça, não aceite”. A confusão tomou-lhe por completa. Sozinha, desesperada, respondeu a ele dizendo que não poderia mais sair. Imaginou que Julio a ligaria pedindo explicações. A noite chegou e ela continuava a esperar o retorno. Entristecida, sentou-se ao pé da cama e começou a chorar.

 

O que deve acontecer agora?

1) Julio entender como um sinal e procurar acalmar o desenrolar das ações?
2) Ana ligar para Julio desculpando-se e marcar o encontro?
3) Ana esperar a ligação de Julio, mesmo que isso demore a acontecer?

Até próxima segunda-feira.

Brasileirão 2008 – São Paulo

Por Mateus Modesto | Publicado em Espiritual, Esporte | 10/10/2008

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Ontem (9) o São Paulo enfrentou o time do Náutico e venceu por 1×0, gol do volante Hernanes. Na comemoração, o beijo no anel, simbolizando a amada, e, surpreendentemente – pelo menos para mim -, uma camiseta por baixo com o dizer “Only Jesus” – Somente Jesus.

É bonito ver alguém glorificar a Deus no momento de vitória…

Veja no Youtube.

Eleições 2008 – Bahia VII

Por Mateus Modesto | Publicado em Política | 09/10/2008

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Em Cruz das Almas, o catador de papelão Josafá Eloy Ribeiro foi eleito vereador, com 929 votos.

Com uma campanha simples, sem carro de som, candidatou-se por incentivo do povo. Conseguiu “santinhos” e dinheiro para sua campanha com amigos e com seu partido, o Partido Republicano Progressista (PRP).

Seu primeiro projeto na Câmara será tentar instalar uma cooperativa de reciclagem na cidade.

Leia reportagem completa no G1.

Eleições 2008 – Cancelamento de título

Por Mateus Modesto | Publicado em Política | 09/10/2008

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Da ASCOM do Tribunal Regional Eleitoral Bahia (TRE-BA):

“O prazo para regularizar seu título encerrou em 7 de maio e será reaberto em
dezembro. Caso seu título esteja em situação irregular, o senhor não poderá
votar nessas eleições.

Em meados de dezembro, vá ao cartório eleitoral de sua zona, munido do
título, documento oficial com foto e comprovante de residência, para
regularizar a situação
.”

Desamor – Parte IX

Por Mateus Modesto | Publicado em Capítulos | 08/10/2008

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No capítulo anterior, Julio e Bruno foram para um aniversário, sem saber que Ana, Nívea e Luciana estariam lá também. julio foi conversar com uma garota e esta era Ana, sua ex-namorada. Embaraçado com a situação, decidiu ir embora, levando Bruno, que paquerava Luciana.

Bruno lamentava a chance de conversar com Luciana, enquanto Julio questionava-se sobre sua ação com Ana. Sabia que agira deselegantemente, mas não queria encará-la outra vez. A decisão mais sensata, naquele momento, era sair dali.

- Explique-me o motivo ao menos.
- Depois.
- Agora!
- Ana.
- Que tem?
- Ela está aqui. Vamos.
- E…?

Descendo as escadas – Julio não quis esperar o elevador -, toda a situação foi reconstituída, com pormenores. Bruno deu uma gargalhada. E pediu desculpas.

- Só por isso quer ir para casa?
- Não.
- E por que então?

Julio não tinha outro motivo. Apenas não queria conversar com Ana. Temia o que poderia acontecer. Bruno convenceu-o a ir desculpar-se com ela, descrevendo inúmeros motivos de não se magoar uma linda mulher, ainda que ex-namorada.

- Você está realmente bêbado? – brincou.
Ana e Luciana estavam desoladas no sofá. Desprezaram a atitude de Julio. Falavam horrores dos homens, generalizando-os como insensíveis. Eram grosseiros, deselegantes, hostis, porcalhões, safados… Os adjetivos pareciam não ter fim. Até que os dois surgiram à porta, procurando-as. Ana agitou-se.

- Será que ele vem a mim?
- Creio que não. Deve ter vindo pegar uma bebida.
- Ele não bebe.

Julio entristeceu-se por não tê-la encontrado. Diante de tantas pessoas, não percebeu Ana dirigindo-se a ele. Bruno procurava por Luciana, mas temia que ela houvesse ido embora por conta de sua embriaguez. Respirou fundo.

Ana surgiu na frente de Julio, exibindo um belo sorriso. Ele olhou-a por completo. Seu coração bateu diferente. Era inegável a beleza e o charme dela. Parecia outra pessoa. Lamentou o fato de ela nunca ter se vestido daquela forma, nem ter mudado o visual quando namorados.

- Queria conversar contigo.

Luciana também apareceu para conversar com Bruno, mas ele tremeu e foi pegar uma bebida. Não sabia o que falar – seu estado não era dos melhores. E qualquer afirmação poderia ser usada contra ele. A possibilidade de dizer uma bobagem era infinitamente maior, e, com isso, estragar de vez a “relação” com ela.

Julio desculpou-se pela grosseria de minutos atrás. Não queria agir daquela forma. Foi por impulso, não esperava que fosse ela, não imaginava encontrá-la ali. Repetia a mesma coisa.

- Mas aquelas palavras foram verdadeiras?
- Quais? – fingindo-se de desentendido.
- “Vejo muitas coisas, mas nada que a ti se compare. Porque és, verdadeiramente, linda”…

Ele ficou nervoso. Não podia negar que ela estava linda. Mas não queria complicar-se. O nervosismo tomou-lhe o corpo. Suas mãos e testa começaram a suar. Precisou ir ao banheiro. Ana alegrou-se.

Enquanto isso, Luciana divertia-se com as trapalhadas de Bruno. Gaguejando e extremamente nervoso, a todo o momento complicava-se com suas falas. Declarou que gostava dela, que queria casar, que procurava um amor para a vida toda. Além disso, derrubava copos, salgadinhos e esbarrava-se em outras pessoas sempre que ela aproximava-se. Ele desejou estar em casa.

- Por que não ouvi Julio? – pensou.

Julio retornou do banheiro e despediu-se de Ana. A conversa havia sido longa demais. Ela poderia entender errado. Ainda que ele quisesse isso.

- Já? Pelo menos passamos de quinze minutos dessa vez.
- É…
- Queria convidar-te um dia para sairmos juntos. Eu, você, Bruno e Luciana.
- É só convidar.

Ela surpreendeu-se. Abriu um sorriso e ficou sem graça, ligeiramente vermelha. Decidiu ligar para ele algum dia. Ele concordou. E admitiu a veracidade aquelas palavras. Ela rasgou-se em felicidade.

No dia seguinte, Ana enviou uma mensagem de texto para o celular de Julio. Era o convite.

 

O que Julio deve fazer?

1) Fingir que nada recebeu?
2) Responder aceitando o convite?
3) Responder negando o convite?

Até próxima segunda-feira.

Eleições 2008 – Piauí II

Por Mateus Modesto | Publicado em Política | 07/10/2008

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Os nomes municípios do Piauí parece não ter outra razão senão plágio. No post “Eleições 2008 – Piauí” comentei o fato de haver algumas cidades com o nome “Piauí” no final. Pois copiaram da Bahia…

Barreiras do Piauí, Caldeirão Grande do Piauí, Jacobina do Piauí, Juazeiro do Piauí, Morro do Chapéu do Piauí…

Desculpas

Por Mateus Modesto | Publicado em Novidade | 06/10/2008

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Por motivos políticos, não escrevi nesse final de semana nem nesta segunda. Amanhã retorno minhas atividades normais. Até lá.

Eleições 2008 – Bahia VI

Por Mateus Modesto | Publicado em Política | 03/10/2008

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Assim como em Água Fria, em Barra do Rocha, Capela do Alto Alegre, Iuiu, Mairi, Santaluz, Várzea da Roça e Várzea do Poço registram mais de um candidato para a prefeitura.

Mas em Macarani e Lajedinho continua registrado no site do TSE apenas um prefeiturável.

Eleições 2008 – Bahia V

Por Mateus Modesto | Publicado em Política | 03/10/2008

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Segundo comentário de “Paulo”, em Água Fria não há apenas um candidato à prefeitura, mas quatro.

Conferindo no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a informação procede. São eles:

- Adailton Leão, do Partido Progressista (PP)

- Vanjo, do Partido dos Trabalhadores (PT)

- Bailton, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)

- Renan de Ziza, do Partido da República (PR)

Domingo, dia 5, é só votar em um deles. Ou em nenhum.

Provavelmente ocorreu algum problema no lançamento das informações para o site do TSE ou no registro dos candidatos.

Game finlandês

Por Mateus Modesto | Publicado em Novidade | 03/10/2008

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Novo game promove matança de estudantes. Justamente na Finlândia, país que mês passado registrou mais um massacre de um jovem em uma escola. O estudante Matti Juhani Saari, 22 anos, matou dez pessoas e feriu outras tantas, depois suicidando-se, em Kauhajoki, a oeste do país.

Veja a video-reportagem do El País. En español.

Games como Mortal Kombat, Doom, Quake, Counter Strike (CS), Grand Theft Auto (GTA) e outros mais atuais são polêmicos pelo alto teor de violência. Estudos já revelaram que esse tipo de jogo aumenta a atividade cerebral nas regiões ligadas às emoções e reduz as respostas das zonas que se encarregam do raciocínio e do autocontrole. Mas isso não significa, necessariamente, que os jogadores se tornarão homicidas ou violentos.

Zôo

Por Mateus Modesto | Publicado em Novidade | 03/10/2008

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G1 – Um menino de sete anos matou 13 animais e alimentou um crocodilo em um zoológico em Alice Springs, na Austrália.

As câmeras de segurança registraram, durante cerca de 30 minutos, a atitude do menino. O diretor do centro de répteis, Rex Neindorf, disse que dez répteis, uma tartaruga, quatro lagartos e outros animais raros foram jogados para o crocodilo Terry, de 200 quilos.

O garoto sorria enquanto Terry alimentava-se.

Não se sabe a motivação do ato.

Uma criança de sete anos sozinha em um zoológico. Câmeras filmam durante 30 minutos a ação. Pergunto: onde estavam os seguranças e por que eles não foram impedir? E se fosse a criança o café-da-manhã do crocodilo?

O problema das perguntas é que ninguém vai me responder…